Pesquisar este blog

Mostrando postagens com marcador John Nash. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador John Nash. Mostrar todas as postagens

quarta-feira, 9 de maio de 2012

Ciência - Consuma sem moderação



(...) Sou contra a militância ateísta, mesmo sendo ateu... Mas sou muito mais do que isso... Devemos deixar que creiam no que quiserem... Mas devemos, como cidadãos - e não como ateus -, pressionar pelo cumprimento das leis, prendendo estelionatários, cobrando impostos e fiscalizando os grêmios da fé, enquadrando os bandidos do púlpito... Estaremos confundindo tudo atacando crentes... Crentes são vítimas de si mesmo e de seus algozes... Devemos lutar pela educação, e deixar que naturalmente o processo se cumpra, e possamos contar mais pessoas livres, pensantes e éticas - logo céticas...

(...) uma negação não constitui um conjunto de princípios... Os seus princípios decorrem da atitude cética e não de sua militância  ateísta... Esta atitude cética em sua vida - presumo - conduziu consequentemente à crítica religiosa, e o abandono da crença em deuses - todos eles... Não o contrário... Não crer em deuses não constitui princípio e nem uma proposição de vida... Um negação não é uma proposição... Ok, não acreditamos em deuses, Stálin teoricamente também não... Não temos, você e eu, nada em comum com Stálin, só porque não cremos em deuses... Defina a sua vida por proposições positivas, diga quem você é, e não que não é... A minha proposição positiva é procurar SER Ético - logo cético -, e luto por isso... Positivamente, busco o conhecimento para servi-lo, porque pretendo libertar mais pessoas do julgo do medo... Mas não crer foi uma mera consequência neste caminho, não um fim... Um abraço...

(...) ateus não são um grupo, uma entidade... Não deveriam ser... Não crer em deuses não diz muito sobre uma pessoa... Crer sim... Ou seja, aqueles que creem estão unidos em uma postura dogmática, avessos à realidade... Mas aqueles que estão livres do dogma religioso, e portanto frente a frente com a realidade, ainda precisarão contar muito sobre o que farão com esta liberdade... Não vejo um grupo ateísta, e sim uma atitude cética... Não vejo espaço para militância ateísta, mas sim atitude Ética - logo cética - em prol de justiça, igualdade, liberdade, baseados em princípios Científicos, no sentido de TOMAR CIÊNCIA, TORNAR-SE CIENTE... 

E não vejo consenso entre todos os ateus que conheço em torno destes princípios... Aliás, conheço bem poucos que sejam conscientes do poder da sua liberdade... Muitos ateus saíram de um grêmio crente para outro descrente, mas mantém a atitude corporativa, mobilizada, prontos para a luta... Homens livres, miremos nos estelionatários da fé, lutemos pela aplicação das leis, para todos... Impostos para igrejas, seitas... E lutemos por educação... E permitamos que aqueles que creem, creiam... Em liberdade.... Pouco a pouco, este rebanho dependente do grupo, com questões originadas na genética, e portanto involuntárias, encontrarão proteção em uma sociedade livre, não dependente de crenças... Como ocorreu em países majoritariamente descrentes... Ou seja, pessoas dependentes do grupo, nascerão em grupos descrentes, e encontrarão conforto na Ciência, na Ética, na atitude cética... Mas ainda conservarão uma tendência ao fervor, que poderá ser direcionada para outras questões... Talvez a fundação de um grupo ateísta, rsrsrsrs, brincadeirinha... 

Considerem a semelhança entre John Nash - de 'Uma Mente Brilhante', Prêmio Nobel de Ciências Econômicas - e Wellington Menezes - o assassino de Realengo -, ambos forma diagnosticados como esquizofrênicos... Evidentemente Nash e Menezes tem muitas outras diferenças genéticas, é claro, mas a esquizofrenia causa forte impulso obsessivo... E é nisso que estamos interessados... Mas o que os difere foi a doutrinação... Nash foi educado na Ciência, e seu delírio passeou pela Guerra Fria, devido ao momento histórico... Menezes foi educado pelo manual da morte bíblico... Ambos com dificuldades para discernir entre fantasia e realidade, ambos obcecados por seus ritos, um pelas equações diferenciais, outro pela pulsão de morte... Ou seja, a proteção do grupo foi um refúgio evolutivo, e seremos capazes de brindar a proteção fora da religião... Em uma sociedade mais solidária e ética - logo cética...

Carlos Sherman

quinta-feira, 28 de abril de 2011

O Equilíbrio Nash...


O escocês Adam Smith, Pai do Capitalismo e um dos Baluartes da Economia Moderna, preconizou que “num ambiente competitivo, as ambições individuas servem ao bem comum”... Será? Em poucas palavras, Smith estava dizendo que os melhores resultados para uma dada sociedade, são obtidos, quando todos fazem o melhor para si... “Cada um por si...”, rsrsrs... Desta forma, e tendo em mente um somatório simples, chegaríamos à performance máxima de um dado grupo... Errado... 

Na próxima vez que forem à praia, lembrem de procurar por uma aglomeração de pescadores... Procure observar o comportamento de caranguejos em uma bacia com a base menor do que a boca... Reparem que os caranguejos no afã de sobreviver pisam uns sobre os outros... Se estes caranguejos dispusessem de tendências genéticas, meméticas, ou conceitos intelectuais, para atuar em grupos, poderiam, por exemplo, “organizar” uma escadinha, subindo “cordialmente”, uns sobre os “ombros” dos outros, encostados à parede, e com o peso, a bacia penderia, permitindo que todo o grupo fosse salvo... Os ditos caranguejos estariam trabalhando em conjunto pela “sobrevivência do grupo”... E de si mesmos... Notem que o dito altruísmo (oposto de egoísmo), ou AMOR, neste caso, é uma decisão inteligente, é pode ser uma decisão de grupo...

Nash, John Forbes NASH, esquizofrênico de plantão, consagrado com o Prêmio Nobel em Ciências Econômicas, encontrou a correção para o modelo de Smith: O Equilíbrio Nash... Devemos trabalhar pela nossa sobrevivência “e” também pela sobrevivência do Grupo... Isso é revolucionário... Quando lutamos avidamente por nossas conquistas individuas, e indo muito além de garantir a nossa sobrevivência, e escalando exponencialmente o pico status social, é inevitável que acabemos por invadir o espaço do outro ou de muitos, e podemos até mesmo subtrair algo de sua subsistência... Ou da subsistência de muitos... Esta exploração inescrupulosa impera em todo o globo... Vemos sinais de mudança e o equilíbrio Nash está na base destes avanços...

As Leis Anti-Truste, impedindo a formação de um único grupo controlador de um setor da economia, ou as leis Anti-Cartel, impedindo acordos comerciais, entre diferentes grupos para controlar e lotear um setor da economia, são avanços do Equilíbrio Nash... Estamos falando de Ética nos negócios, e o impacto sobre a vida no globo... Estamos falando de fair play... De saúde... Notem quantas fronteiras temos para explorar...

Só falta mesmo que o Equilíbrio Nash seja usado para justificar o dízimo imposto pelas diversas seitas ao seu rebanho, rsrsrsrs... Neste caso eu considerarei a possibilidade de desistir... Estamos aqui falando de grupo e não de “indulgências e subornos” a um deus faz-de-conta, em prol do bem individual... Pensem nisso, quando renegarem o racionalismo a segundo plano.... 


Levantem-se do pântano escuro e triste das religiões... Como mulheres e homens livres... Precisamos trabalhar duro, produzir, e deixar um mundo melhor, sem medos e terror para os nossos filhos, netos, bisnetos, tataranetos... Deixe um legado... Na sua casa, no seu bairro, na sua cidade, ou no seu estado, país, continente, planeta... Ou apenas em você... 

Sua Mente também pode Brilhar...


Seja o legado...

P.S.: A vida de Nash, assim como este conceito, com amplo destaque ao seu quadro esquizofrênico e sua recuperação, foram magistralmente retratados no filme “Uma Mente Brilhante”; e tendo Russell Crowe no papel principal...




Equizofrenia: Caso NASH...


Não, este não é mais um artigo sobre Wellington, o esquizofrênico e assassino de Realengo... Falaremos sobre outro esquizofrênico notório e notável, John Forbes Nash, de Bluefield, Virginia, Estados Unidos... 

À diferença do esquizofrênico de Realengo, John Nash estudou em Princenton, e foi educado pela ciência... Ao contrário de Wellington, educado nas religiões abraâmicas (Judaísmo, Cristianismo e Islamismo)... Nash, recebeu o Prêmios Nobel em Ciências Econômicas, entre diversas outras condecorações pelo seu legado à humanidade... 

Nash foi acometido de alucinações, via pessoas que não existiam, falava com elas, acreditava fazer parte de uma organização secreta, que decifrava códigos secretos russos, que estariam tramando invadir a América.... Percebam que as alucinações de Nash e a dificuldade em separar a fantasia da realidade, também o levaram por caminhos perigosos... O sensacionalismo e o medo impostos pela Guerra Fria tiveram profundo impacto sobre a esquizofrenia de Nash... O “terror comunista” assumiu controle sobre a mente de Nash... Tudo poderia ter acontecido...

Mas Nash venceu e não matou... Ou melhor, matou sim... Nash “matou muitas das charadas” que intrigavam e intrigam o nosso mundo... E ainda desafiam a nossa parca compreensão... Sendo, pois, aclamado como, um dos homens mais importantes do último século...

Como sabemos hoje, pela popularidade da chacina do Rio, a esquizofrenia caracteriza-se, classicamente, por severas alterações no raciocínio, alucinações visuais, sinestésicas e, sobretudo, auditivas... Delírios e dificuldade em apartar a fantasia da realidade... O portador de tal patologia apresenta dificuldades no comportamento social, isolamento, transtornos graves do humor, depressão; entre outros sintomas que tornam a vida de tal pessoa, um enorme fardo... Não raro, tiram a própria vida...

É importante notar a força do meio e dos estímulos recebidos, nas chances e no destino de tais pacientes... Isso quando são descobertos como pacientes... De acordo com algumas estatísticas, a esquizofrenia atinge 1% da população mundial, cerca de 7.000.000 de pessoas... Vivendo entre nós...


A esquizofrenia manifesta-se habitualmente entre os 15 e os 25 anos, com proporção semelhante entre homens e mulheres, podendo também ocorrer na infância ou na meia-idade... Estudos apontam ainda que, a proporção pode ser bem maior... Certos comportamentos obsessivos, relacionados a crenças e seitas, atividades metafísicas, as ditas espirituais, mediunidades, apresentam boa chance de caracterização esquizofrênica... Embora seja muito difícil apartar auto-sugestão, fanatismo, charlatanismo e esquizofrenia... 

Um paciente, reconhecido e tratado, pode levar uma vida normal, e até mesmo, uma vida Excepcional como no Caso Nash... Sem tratamento estarão a mercê das influências que recebam... Se bem educados, serão homens produtivos... Se doutrinados por religiões seitas que justificam matar pela fé, em nome da purificação, serão assassinos...

P.S.: A vida de Nash, assim como este conceito, com amplo destaque ao seu quadro esquizofrênico e sua recuperação, foram magistralmente retratados no filme “Uma Mente Brilhante”; e tendo Russell Crowe no papel principal...




John Forbes NASH... Uma Mente Brilhante...

Sensacional Video com cena do filme "Uma Mente Brilhante", que conta a vida do ganhador do Prêmio Nobel de Ciências Econômicas, John Nash... Interpretado aqui por Russell Crowe... Nash propôs o "Eqilíbrio Nash", como correção ao modelo preconizado pelo escocês Adam Smith, Pai do Capitalismo e um dos Baluartes da Economia Moderna... 


Este conceito mudou o mundo, e Nash é considerado como um dos homens mais importantes do último século...

Clique sibre o link:



quinta-feira, 14 de abril de 2011

Assim Falou Zaratustra... Revisão 2

Este é o resultado de um trabalho escolar que minha filha Karoline apresentou com seu grupo, no Colégio Dante Alighieri, no Terceiro Ano do Segundo Grau; abrangendo as disciplinas de Sociologia e Filosofia... Tive o prazer de ser convidado por eles como orientador e revisor, e aqui está: 
__________________________


A História é um Processo Contínuo 

Nosso Mundo em Constante Transformação

"Moro em minha própria casa
Não imito ninguém.
Rio-me de todos os mestres,
Que nunca riram de si mesmos"
NIETZSCHE, Friedrich
A Gaia Ciência

Para avaliar o impacto de Nietzsche, sua obra, sua ideologia e sua “filosofia literária” sobre o mundo contemporâneo; devemos primeiramente definir e tipificar tais “idéias e conceitos”. Precisamos ainda, considerar o efeito da personalidade de Nietzsche sobre sua obra, posto que, como afirma Bertrand Russell “Nietzsche, embora acadêmico, foi um filósofo literário”, portanto, sua Filosofia não tem o necessário formalismo acadêmico; e esta reflexão explica, em grande parte, a má utilização da obra de Nietzsche por regimes totalitários, assim como a má interpretação do conceito de “individualismo”. Nietzsche é tão famoso e importante como controverso, e trataremos de exprimir nossa opinião sobre o efeito de sua filosofia sobre o mundo contemporâneo e suas facetas políticas.
Sobre Nietzsche, duas questões essenciais devem ser analisadas. Primeiramente, Nietzsche propõe o desafio de “questionar os dogmas, as tradições e os valores morais da humanidade”. Enfrenta com coragem o completo rompimento com o “senso comum”, sentenciando:

Deus está morto! Deus permanece morto! E quem o matou fomos nós! Como haveremos de nos consolar, nós os algozes dos algozes? O que o mundo possuiu, até agora, de mais sagrado e mais poderoso sucumbiu exangue aos golpes das nossas lâminas. Quem nos limpará desse sangue? Qual a água que nos lavará? Que solenidades de desagravo, que jogos sagrados haveremos de inventar? A grandiosidade deste ato não será demasiada para nós? Não teremos de nos tornar nós próprios deuses, para parecermos apenas dignos dele? Nunca existiu ato mais grandioso, e, quem quer que nasça depois de nós, passará a fazer parte, mercê deste ato, de uma história superior a toda a história até hoje! — NIETZSCHE, Friedrich. A Gaia Ciência, §125.”

Neste sentido, Nietzsche abre as portas para o Niilismo, e para o próprio Positivismo. Nas palavras de Heidegger: “Nietzsche é o fim da Metafísica”. E devemos brindar duplamente. O Niilismo reclama que “não existe sentido moral para a vida”; enquanto o positivismo diz que “o conhecimento científico é a única forma de conhecimento verdadeiro”. Tudo aquilo que não puder ser provado pelas diversas disciplinas do pensamento científico, pertencente ao domínio teológico-metafísico; caracterizado por crendices e vãs superstições.  E sendo esta, portanto, a melhor forma de transformar a sociedade e a vida em nosso planeta; tendo, as gerações anteriores, relegado tal papel ao paraíso e à vida eterna. Nossa vida é finita, tratemos de pensar e encontrar os melhores caminhos, aqui e agora.

Por outro lado, Nietzsche propõe os conceitos de “individualismo” e a "lei do mais forte". Conceitos mal apropriados pelo nazi-fascismo, a exemplo das idéias de Engels e Marx, que analogamente, foram mal apropriadas pelo totalitarismo cruel de Lenin e Stalin. Alguns conhecedores apenas dos aforismos de Nietzsche, tendem a confundir o conceito de “individualismo” como a justificativa para as práticas Neo-Liberais.

Analisar o impacto de tais idéias em nossos dias, não é tarefa fácil, tendo em conta que Nietzsche não viveu para ver o fracasso cínico do comunismo, e os crescentes desafios da voracidade capitalista, teorizada pelo escocês Adam Smith; a Democracia tantas vezes travestida, e a ascensão, e o início da derrocada dos regimes Teocráticos; assim como os exemplos interessantes de algumas Sociais-Democracias Européias, ainda que persistam a mácula e a contradição dos sistemas monárquicos.

A Ciência mostrou ser a melhor opção. “Tomar ciência, entender, comprovar, antes de julgar”.  E tirar a Metafisica do caminho foi um grande passo, cujo golpe de misericórdia coube a Nietzsche; e como resultado do esforço e da entrega de grandes homens. Na verdade, continuamos “tentando” completar este passo. E o mundo dito civilizado, começa a entender que “as melhores práticas de convívio”, não vieram de livros sagrados, nem da mítica deísta, teísta, etc. Outros homens, livres pensadores, edificaram nosso acervo de “melhores práticas” de convívio, os nossos “acordos sociais”, e o nosso conhecimento; “iluminando” o futuro “sempre” incerto. Mas a tarefa é contínua, a história é contínua. “Levantemo-nos”! É a nossa vez de aportar verdadeira contribuição. De joelhos nada poderemos fazer. O Silogismo de Dostoiévski, "Se Deus está morto, então tudo é permitido", não floresceu. O Método Científico consolida-se como caminho Ético, em todas as áreas do conhecimento humano.

Com a ajuda da Neurociência Cognitiva e disciplinas relacionadas, avançamos em saber como a mente funciona, e a falácia medieval do Livre Arbítrio enfrenta fortes ataques, tendo os seus dias contatos. O Vaticano admite que: “Darwin estava certo”; mas apenas recua para dizer que “então Deus criou o macaco”; e “negociará” novos recuos, até chegar, “quem sabe”, nas bactérias. Mas quantos anos, décadas, o séculos serão necessários?

John Nash, interpretado por Russell Crowe em “Uma Mente Brilhante”, ganhou o Nobel na vida real por modelar matematicamente o Capitalismo Neo-Liberal; contando ao mundo, entre outras coisas, que o “altruísmo” é, sobretudo, uma decisão INTELIGENTE. Encontramos um pouco de Nietzsche aqui, mas sem a amargura literária. Nash “prova” que uma sociedade onde “cada um lute somente por si”, como preconizou Smith, não é o melhor caminho; e seus membros tratarão de lutar entre si, e esta sociedade deverá estabilizar, para depois decair. De forma que, não por questões metafísicas nem divinais, mas por considerações de cunho prático, decorrentes de nossas boas práticas (científicas), devemos empenhar uma parte de nossos recursos em melhorar nosso entorno. Isso serve de sustentação para Leis Anti-Truste e Anti-Cartel, nos países capitalistas desenvolvidos, e dispostos a regulamentar um jogo livre, mas justo. Tais conceitos servem à Ecologia e ao Desenvolvimento Sustentável.

A recente crise americana mostra “mais uma vez”, pois a história é contínua e cíclica, uma faceta biológica e uma tendência genética - notada por Nietzsche -, e que necessitamos moderar: a ganância e o poder sem limites. Uma ciranda, uma “corrente” orquestrada pelo capital especulativo (assistir 'Inside Job'), deixou de joelhos a economia mais forte do mundo. E provocou “tsunamis” por todo o globo. As melhores práticas de convívio provaram o valor inegociável da liberdade, mas o Governo deve ser o guardião das regras, para que o jogo de “oferta e procura” resulte em benefício. E, tendo o populismo sido abolido e esquecido, poderemos lutar por países realmente desenvolvidos, e baseados na igualdade de oportunidades e na gestão “técnica”. Abaixo os populistas de carteirinha, e esperemos que Lula tenha sido o último dos moicanos em Terras Brasilis. E Assim Falou Zaratustra: NÃO MAIS!

As Teocracias estão sendo desafiadas, Tunísia, Egito, Líbia, etc. Não demos graça à Deus. São homens inteligentes e íntegros que estão lutando. E o mundo dito livre, deve levantar-se em nome da Democracia e dos Direitos Humanos, mas sem exceções. Vamos “ajudar” a Líbia, mas teremos que mexer com a Arábia Saudita, e isso conflita com interesses americanos e europeus. Não seremos verdadeiramente reformadores, se permanecerem feudos e exceções. Islã é “submissão”, e devemos dizer: NÂO MAIS! A todos, e a todo tipo de submissão.

A China precisará enfrentar suas severas contradições, jogando com um pseudo-comunismo de um lado, e um severo capitalismo multinacional de outro. Um “ornitorrinco” político-econômico totalitário, a serviço de uma casta quase “imperial”, que controla um partido único, com idéias monolíticas, absolutas, velhas, e oportunistas; submetendo grande parte da população mundial a um regime de trabalho desumano, sem liberdade de expressão, e sem liberdade para dizer: NÃO MAIS!

Desde uma postura “Iconoclasta”, esperamos que as conquistas de Nietzsche, gritem mais forte do que os contenciosos e maus entendidos. Juntemos nossas vozes ao coro de grandes homens como Voltaire, Bertrand Russel, Comte, Darwin, Sócrates, Aristarco, Copérnico, Kepler, Galileu, Isaac Newton, Faraday, Planck, Einstein, Dráuzio Varella, Sagan, Dawkins; não como “super-homens”, mas apenas para dignificar nossa vida, frágil, finita, e tão bela.

NÃO ASSISTAM O “BBB”, ESTUDEM, DIVIRTAM-SE, DANCEM, NAMOREM, ESCUTEM MÚSICA, LIGUEM PROS AMIGOS, LEIAM UM LIVRO, SAIAM, ROLEM NO CHÃO COM O CACHORRO... MAS NÃO ASSISTAM O “BBB”, RSRSRSRSRSRS...

Escrito por:

KK (irmã do KoKô), Ciçazinha, MiuChui Tatui, Mareolandia, Gabi-Zona, etc... Ahhhh, EU....