Um casal de surdos, ambos muito tímidos, esperam até o casamento para gozarem a sua primeira noite como amantes... Então, finalmente sós, tímidos, apagaram as luzes, e tudo meio sem jeito, e sem a possibilidade de desenvolver algum papo no escuro, através da linguagem dos sinais... Então, acabaram não fazendo nada... No outro dia, ela tomou a iniciativa, e na linguagem dos sinais lhe disse: "quando você quiser fazer amor, toque no meu seio esquerdo, e quando não quiser toque no direito"... Ele anuiu, e então decidiu também 'sinalizar' a sua sugestão: "quando você quiser transar, suba e desça o meu pênis uma vez... quando não quiser, suba e desça 186 vezes"....
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quinta-feira, 24 de janeiro de 2013
quinta-feira, 6 de setembro de 2012
Foi Bom Pra Você?
"FOI BOM PRA VOCÊ?"
Thales Vianna Coutinho
Hoje (06/09) é o “Dia do Sexo”. É perfeitamente normal que você não soubesse disso. Eu também não sabia, até ser bombardeado por dezenas de “tirinhas” no facebook, comentando sobre o “grande dia”. Pelo que pude perceber através de uma rápida pesquisa no Google, essa não é uma data oficial, porém, ainda assim, ela tem o poder de despertar ainda mais o interesse das pessoas pelo sexo, estimulando a publicação de conteúdos dos mais variados, desde a sexóloga que explica como achar o “ponto G”, até as sugestões dos adereços mais recentes para um ato sexual diferente.
Diante disso, quis escrever este texto com o objetivo de fugir um pouco da moda e discutir sobre um tema muito importante, mas que – devido ao fato de só recentemente ter ganhado notoriedade científica – é muito pouco difundido para o público em geral. Pode-se dizer que o tema desse texto é “o comportamento pós-coito”. O que um espera que o outro faça depois do sexo? Por quê? O que este comportamento significa? Essas são as três questões que pretendo responder, com base nas investigações conduzidas por Daniel Kruger (University of Michigan) e Susan Hughes (Albright College).
O que muitos desconhecem é que o fator mais importante para manter o relacionamento saudável não é o sexo propriamente dito. Aliás, o ato sexual em si é a parte menos importante para promover o vínculo entre o casal (apesar de ser relevante). O que a ciência está revelando como sendo realmente importante é aquilo que acontece antes (os rituais preliminares), e depois da transa (o período pós-coito).
Período Pós-Coito, como o próprio nome diz, é aquele momento em que os casais se desgrudam e ficam olhando para o teto, pensando naqueles últimos 10 segundos de êxtase. É esse período que Hollywood retratou tantas vezes como aquele em que o homem acende um cigarro, olha para a moça e pergunta “Foi bom pra você?”.
O que se descobriu é que o comportamento apresentado neste período pós-coito informa o grau de comprometimento da pessoa com a relação em si, e é nesse ponto que a história complica...
Para compreender o porquê da complicação é preciso considerar que, diante das evidências atuais, sabemos da existência de duas estratégias, adotadas por ambos os sexos, com o objetivo de selecionar os melhores parceiros. Uma delas é chamada de “Estratégia Restrita”, pois aqueles que a adotam restringem seu interesse sexual a um único indivíduo por vez. Essas são pessoas que valorizam muito o vínculo afetivo e o romance nas relações. Como alternativa tem-se a “Estratégia Irrestrita” na qual o indivíduo manifesta interesse pela pluralidade de relações, trocando de parceiros com muita frequência e às vezes se relacionando com mais de um paralelamente ou mesmo simultaneamente. Estas pessoas não valorizam muito o vínculo afetivo, e focam no aspecto mais luxuriante do amor. Nenhuma dessas estratégias é melhor, nem pior que a outra. Ambas tem características positivas, e negativas, e tanto homens quanto mulheres podem adotar uma ou outra estratégia. Porém, a ciência já descobriu duas coisas interessantes sobre isso: 1) Algumas pessoas tem a tendência natural a escolher uma dessas estratégias e adotá-la ao longo de toda sua vida; 2) Em média, as mulheres tem a tendência a preferir a “estratégia restrita”, enquanto que os homens tendem a adotar a “estratégia irrestrita”. Para maiores informações sobre esse ponto, você pode assistir a minha palestra intitulada “A Princesa & O Cafajeste: a Psicologia do Amor” (link disponível nas referências).
Diante disso, pode-se esperar que as mulheres apresentassem uma maior tendência a desejar que seus parceiros manifestem comportamentos que indiquem compromisso e desejo de formar vínculo. E é justamente isso o que acontece quando, por exemplo, os pesquisadores solicitam que tanto homens e mulheres avaliem numa escala de 1 a 5, qual a importância que eles dão para os seguintes comportamentos apresentados pelos(as) seus/suas parceiros(as) após o sexo: 1) Iniciar Conversa Íntima; 2) Beijar; 3) Dizer que te ama; 4) Fazer Carinho; 5) Falar sobre a Relação. A média da avaliação de todas essas características é superior nas mulheres, em comparação aos homens. Ou seja, de fato, elas valorizam significativamente mais esses comportamentos pós-coito que sinalizam o comprometimento.
Também já foi verificado que esse padrão não está apenas relacionado ao gênero, mas à estratégia adotada. Ou seja, homens que optam pela “estratégia restrita” (que preza pelo vínculo afetivo) irão valorizar mais esses comportamentos pós-coito, que mulheres que adotam a “estratégia irrestrita” (na qual o vínculo não é prioridade).
Isso significa que neste “Dia do Sexo” você não deve apenas se preocupar em refletir com o objetivo de melhorar a performance sexual per se, mas sim compreender a importância que sua conduta pós-coito tem sobre o resultado final, que é aquilo que a outra pessoa pensará sobre você na manhã seguinte.
Referências:
1. COUTINHO, T. A Princesa & O Cafajeste: a Psicologia do Amor. Palestra, 2012. Disponível em: http://www.youtube.com/watch?v=YPqiBl3G8Kg&feature=plcp
2. HUGHES, S. KRUGER, D. Sex differences in post-coital behaviors in long and short-term mating: an evolutionary perspective. Journal of Sex Research, vol. 48, n° 5, 2011.
3. KRUGER, D. HUGHES, S. Variation in reproductive strategies influences post-coital experiences with partners. Journal of Social, Evolutionary, and Cultural Psychology. vol. 4, n° 4, 2010.
4. KRUGER, D. HUGHES, S. Tendencies to fall asleep first after sex are associated with greater partner desire for bonding and affection. Journal of Social, Evolutionary, and Cultural Psychology, vol. 5, n° 4, 2011.
segunda-feira, 9 de janeiro de 2012
Imbecilidade tem fim?
IMBECILIDADE TEM FIM,
OU SEMPRE É POSSÍVEL PIORAR?
O problema técnico aqui, é que filmes pornôs cristãos, são gravados no escuro... Só podemos ouvir os gemidos, ou preces...
Títulos para os filmes:
'Hosana nas Alturas'...
'Como era forte o meu santo'...
'Três ave marias sem tirar'...
'O Filisteu Anal'....
'Absalão o taradão'...
'Sara a centenária insaciável'...
'Sansão Engolia'...
'E deus disse: ORAL Irmãos!!!'...
'Confissões de uma virgem: O Espirito Santo bem dotado'...
'Suruba na Caverna de Ló, Incesto em Família - sem cortes'...
'Testemunho Anal'...
'Moisés, como era gostoso o seu cajado!!!'...
'Endemoniadas III'...
'Atrás da Sacristia'...
'Ajoelhou...'...
'Betsa-baba, mais eu gosto'...
'A trolha de Gideão'...
'O harém de Abimeleque - Abrão no papel de da cafetão da própria esposa'...
Na hora do orgasmo:
'Cristooooooooo'...
'Jesuuuuuuuuus'...
'Aleluiaaaaaaaaaaa'...
'Ai meu deussssssssssssss'...
O cara tira pra fora:
'Virgem Santíssima'...
'Ave Maria'...
'Meu deus'...
Pede pra virar:
'Credo Cruz'...
'Pequei'...
'Apocalipse'...
sábado, 7 de janeiro de 2012
O Peixe Palhaço...
Diz-se - com conhecimento de causa - que o Peixe Palhaço é o melhor 'pai dos mares'... Na verdade podemos ampliar o papel... Afinal o Peixe Palhaço pode ser também a melhor 'mãe dos mares'... Isso porque, quando uma fêmea - mãe - morre, o Peixe Palhaço macho, assume o papel de mãe, e com vantagens... Diz-se então, e de forma sensacionalista, que o Peixe Palhaço 'mudo de sexo'... O que é inteiramente improcedente... Na verdade o Peixe Palhaço 'macho' assume o papel naturalmente desempenhado pela fêmea, em relação ao cuidado com os filhotes...
Existem outros exemplos interessantes no reino animal, separando a confusão existente entre a anatomia dos sexos, as preferências sexuais - e o desejo ou instinto, os papéis de gênero em cada organização ou grupamento animal, e as convenções humanas... O Cavalo Marinho dito ´macho', fica grávido e amamenta...
Recomendo que, quem deseja participar de um debate quanto ao sexo, a sexualidade e o comportamento, de forma utilitarista, primeiramente trate-se de instruir, considerando a enorme disponibilidade de títulos sérios, tratando deste a Genética, Epigenética, Embriogênese, Neurociência, Antropologia e Biologia, para entendera antes, a força que atuam sobre o comportamento...
Carlos Sherman
domingo, 1 de janeiro de 2012
Anatomia, Bioquímica, Cérebro, Gênero, Afeto, Sexo... Fofoca e Ignorância...
Anatomia,
Bioquímica, Cérebro, Gênero, Afeto, Sexo... Fofoca e Ignorância...
A Anatomia de nosso corpo,
com respeito ao aparelho reprodutor, é definida fundamentalmente pela Genética
e pela Embriogenese, e poderá sofrer modificações em função de nossa vida e
hábitos... Não estamos considerando aqui a circuncisão, nem a mudança de sexo,
silicones, etc...
A Bioquímica de nossa sexualidade
também dependerá fundamentalmente da Genética e da Embriogenese, mas será
potencializada pela nossa alimentação e hábitos, cigarro, bebidas e drogas, e
tudo o que afete a bioquímica de nosso corpo, além de odores, e imagens... A
interação Bioquímica-Cérebro – ou Sistema Neural – é de mão dupla... A Bioquímica
afeta o Cérebro, e o Arranjo Neural afeta a Bioquímica...
Finalmente nossa propensão à
sexualidade, em grau, preferência, etc, é Bioquímica e Cerebral... O nosso Cérebro
traz características morfológicas – Genéticas - com respeito ao convívio entre
os dois hemisférios, nossa afetividade, tendência ao risco, empatia, laços
afetivos, estão em nossa mente... O desejo por pessoas do mesmo sexo anatômico,
ou do sexo oposto, ou o desejo por tudo que se mova – rsrsrsr -, ou o grau
deste desejo, e até mesmo a ausência dele, estão em nossos Arranjos Neurais –
Sistema Nervoso - e em nossa Bioquímica...
A Genética, assim como a Embriogenese,
não são ‘digitais’, tudo ou nada... E múltiplos genes contribuem para o
estabelecimento de cada característica relacionada à sexualidade... Existem
então, problemas de má formação, ou até de indeterminação, ou fraca determinação
para determinada características... Ficando difícil definir onde começam e
terminas as ‘falhas’, ou onde – meramente – começam e terminam as características...
Tal ‘configuração’ Genética,
Fisiológica, Bioquímica e Neural, será finalmente estimulada - ou bloqueada - pelo
aprendizado, comportamento, e relações psicossociais e com o meio... E assim nos
tornaremos ‘quem somos’... Involuntariamente... Apesar do Cérebro e da
Bioquímica, guardarem propriedades inerentes aos genes XX e XY,
respectivamente, os conceitos de ‘masculino e feminino’, de atitudes ditas
masculinas ou femininas, dependerá fundamentalmente de nossas referências
culturais... O Cérebro, masculino ou feminino, versa sobre conexão entre
hemisférios, tendência ao risco, habilidade espacial, lógica, linguística, e
não sobre vestimenta, gostos meramente culturais - como esporte, hobbies,
música, etc... De forma que o ‘Gênero’, em nossa cultura, dependerá do local,
tempo, e das práticas aceitas como ‘masculinas e femininas’... Os machões
gregos dormiam de conchinha antes de batalhas sangrentas e marcadamente viris...
Os iranianos, russos, entre outros – homens – lascam um beijão na boca de seus
amigos, ou nem tanto... E tudo bem...
Finalmente, e por tudo isso,
sentimos afeto e desejo, como resultado de um complexo de forças, que começam
no jogo de dados da Genética, Realizado pela Embriogenese, entrando em ação em
nosso Cérebro e em nossa Bioquímica, para só então aprender o mundo, suas
possibilidades, alternativas, e MODISMOS, e nos tornarmos – involuntariamente –
quem somos... Bandidos ou Mocinhos, Mocinha ou Mocinho, e muito mais, uma miríade
de possibilidades incontáveis e insondáveis...
Este complexo processo não foi
devidamente considerado – e muito menos entendido - na cartilha hipócrita de
Bolsonaro, nos discursos cínicos de Silas, e no insólito documento conhecido
como da Bíblia Judaico-Cristã-Islâmica, partes I e II...
Espero ter contribuído para
a discussão ou lançado você em dúvidas... Se contribuí, muito bem, obrigado...
Se lancei você em dúvidas, tanto melhor... Se tem dúvidas, pensa... Se pensa,
terminará por compreender a diferença entre argumentos e panfletos...
E se tudo isso está
realmente em jogo, discutir o afeto e a sexualidade de outrem, não passa de
FOFOCA... Desconsiderar tudo o que REGE este tema, não passa de IGNORÂNCIA –
grossa... A Liberdade Individual é inviolável, e não é problema de ‘seu’... É
problema ‘dele’ ou ‘dela’...
A VERDADE INSISTE, PERSISTE,
RESISTE E PENETRA... CEDO OU TARDE... ESTAMOS EM 2012, É HORA DE PENSAR, JÁ
ESTÁ FICANDO TARDE...
Carlos Sherman
A psicologia no divã [ou no confessionário?]...
A
psicologia no divã [ou no confessionário?]...
Somos uma resultante
involuntária de nossa ‘sorte’ – aleatória – Genética – herança do
embaralhamento dos genes de nossos progenitores -, de nossas circunstâncias embrionárias
– exemplo: exposição à Testosterona, e do desenvolvimento de nossa fisiologia,
com amplo destaque para a formação de nosso Cérebro... E este será o ator...
E então trilharemos o
complicado sendeiro do aprendizado, nossos papéis, com o estímulo – ou bloqueio
– de nossas características primordiais... Diferentes ondas de impacto
cognitivo, na infância, na adolescência - perscrutando os ecos de nossa busca
pela identidade -, e no assentamento –
ou não – de nossa experiência no Cérebro adulto... E a força das diferentes
Culturas, e dos diferentes Meios, canalizando nossas reações, por toda a viagem...
Assim será desenhada a nossa vida, e o nosso comportamento... Estes serão os ‘palcos
e os personagens’ de nossa vida...
Nossa natureza, portanto,
poderá ser estimulada, aprimorada, ou até bloqueada, por nossa experiência...
Ator e personagens... Pelo espaço de nossas vidas...
Se não entendemos a Biologia
Molecular, não poderemos entender a Citologia... Se não entendemos a Citologia,
não poderemos entender o Neurônio... Se não entendemos o Neurônio, nada
saberemos sobre os Sistemas Neurais... Se nada soubermos sobre os Sistemas
Neurais, nada saberemos sobre o Cérebro... Se nada soubermos sobre o Cérebro,
nada saberemos sobre o Comportamento Humano...
Sem entender a Genética, não
poderemos entender o desenvolvimento Fisiológico... Sem entender o
desenvolvimento Fisiológico, não poderemos entender a Bioquímica de nosso
corpo, assim com a formação do Sistema Neural... Se não pudermos compreender o
funcionamento de nossa bioquímica – hormonal – nem o nosso Sistema Neural, nada
saberemos sobre nos reações naturais, e as tendências e dificuldades em nosso
aprendizado...
Sem entender como realmente
a mente funciona, a Psicologia representará, como tem representado, um papel
patético de especulação vazia, e da crença em dogmas da psique... Não entenderá
o homem, senão tateará com a sua ‘misteriosa’ sombra projetada contra a parede de seu ‘consultório’...
Quando muito... Sem entender que onde ‘parece’ existir ‘mistério’, na verdade
existe apenas ‘complexidade’... Complexidade que poderá deslindar-se pelo
estudo abnegado, e pela verdadeira dedicação ao estudo multidisciplinar do
homem...
Freud fazia consultas dormindo, muitos de seus seguidores fazem consultas pelo telefone, e hoje em dia pela Internet... Sem o menor contato com a maior fonte de todo o nosso comportamento, a Genética, a Fisiologia do Sistema Nervoso e Endócrino...
Como o psicólogo português,
que estudava o comportamento das aranhas... Retirava uma pata, batia com as
mãos na mesa e dizia: ‘anda aranha, anda aranha’... E a pobre aranha andava,
capenga, mas andava... Então o psicólogo sacava mais uma pata, batia as mãos na
mesa, e repetia seu mantra ‘psicológico’: ‘anda aranha, anda’... E a aranha
mais uma vez, assustada, andava... Até que retirou a última pata, bateu as mãos
na mesa, gesticulou, e até gritou com veemência: ‘anda aranha, anda’.... Mas
desta vez a aranha não ‘quis’ andar... Manoel então concluiu: ‘aranha sem patas
fica surda’...
Carlos Sherman
domingo, 5 de junho de 2011
Eros...
Eros!... Eros come sogno, come
desiderio, come fantasia segreta...
Basta , per un momento o un
attimo, e a volte basta una mano, che si appoggia involontariamente sulla tua,
un odore , una bocca socchiusa… Tutto questo è l’ Eros...
Prende forma, si impadronisce di
te, e sei pronto a pensare cose inimmaginabili… Sono piccoli film, fotografie,
che ti rimangono stampate nella mente, come fossero ...
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