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domingo, 6 de janeiro de 2013

A Vida é Tão Rara...



Hoje fui interpelado: quem ganhou a guerra entre sérvios, bósnios e croatas? Quem ganhou foi a brutalidade, o sectarismo, a cegueira nacionalista e religiosa... Quem perdeu foi a lucidez, a delicadeza, a vida... A vida é tão rara e tênue... Isso ocorreu há 30 anos... Apenas 30 anos, no apagar das luzes dos 'Embalos de Sábado à Noite'... 'Ah ah ah ah, staying alive, staying alive'... E sem essa de culpar os americanos, amadureça!!! Somos humanos, 'troppo humanos'... Aprendamos com mais este fenômeno comportamental... É imperioso que o façamos, mas não sem antes esclarecer que a violência está caindo, sempre esteve...

Carlos Sherman

sábado, 14 de janeiro de 2012

A Coragem da Verdade...


Assistam ao filme 'Hipatia de Alexandria'...


Obrigado querida... Só devo ponderar que 'extremismo das religiões' é totalmente redundante... 

Se uma religião se baseia em um livro sagrado onde se lê: 
'E os filhos do reino serão lançados nas trevas exteriores; ali haverá pranto e ranger de dentes - Mateus [8:12]'; 

Ou em: 
'E aconteceu, à meia noite, que o SENHOR feriu a todos os primogênitos na terra do Egito, desde o primogênito de Faraó, que se sentava em seu trono, até ao primogênito do cativo que estava no cárcere, e todos os primogênitos dos animais. E Faraó levantou-se de noite, ele e todos os seus servos, e todos os egípcios; e havia grande clamor no Egito, porque não havia casa em que não houvesse um morto - Êxodo [12:29-30]';

Ou ainda: 
'O SENHOR é homem de guerra; o SENHOR é o seu nome - Êxodo [15:3]';

Que tal:
'Olho por olho, dente por dente, mão por mão, pé por pé, queimadura por queimadura, ferida por ferida, golpe por golpe - Êxodo [21:24-26]';

O adjetivo 'extremismo' torna-se sem efeito, em face de tantas atrocidades, ou meramente redundante... 

Mas estas passagens bíblicas não são exceções... Estamos falando da regra, do padrão assassino bíblico, estamos falando da verdade sobre o conteúdo da bíblia... Habilmente manipulado por pastores e padres, para o controle de um rebanho de autômatos pelo medo, vendendo a salvação... Sei que para muitos devo parecer radical, mas insisto em dizer - parafraseando Foucault - que sou movido apenas pela CORAGEM DA VERDADE... 

Mas o meu objetivo não é revisar o passado, ou punir o passado... Quero apenas que conheçamos o passado, conheçamos as escrituras, porque hoje, aqui e agora, enquanto exploramos o Universo, com riquezas de detalhes, enquanto fazemos transplante e incrementamos a expectativa de vida, muitos são enganados em sua esperança pela vilania da crença... Pela vilania do cristianismo em todas as suas facções, e em todos os tempo... Sem exceção... A minha luta vai em defesa dos que estão sendo enganados hoje, neste dia, nesta noite... 

Beijos, e uma linda vida...

Carlos Sherman

sexta-feira, 13 de maio de 2011

Jovem é estuprada e condenada a 200 chibatadas

ISLÃ: Sheik explica "quando as mulheres devem apanhar".

MUJERES MUSULMANAS

Orientação a muçulmanos: "Não se deve ter vergonha de bater em mulher".

Islam ensina como bater em mulher

Submission, as mulheres no islã {legendado}

Violência... Páreo Duro...


Bíblia é mais violenta que Corão, afirma historiador.

O Corão tem sido apontado como a fonte que alimenta os fundamentalistas islâmicos que espalham o terror no mundo. São eles os responsáveis pela carnificina da queda das torres gêmeas de Nova Iorque, em 11 de setembro de 2001, e pela existência de um exército de homens-bombas. De fato, há no livro sagrado dos muçulmanos passagens que incitam a violência, como esta:

Sabei que aqueles que contrariam Alá e seu mensageiro serão exterminados, como o foram os seus antepassados; por isso Nós lhe enviamos lúcidos versículos e, aqueles que o negarem sofrerão em afrontoso castigo.” (Alcorão, Surata, 58,5)

(Neste Blog existem outros exemplos da virulência de Alá)

Mas a Bíblia é mais violenta, de acordo com comparação feita por Philip Jenkins, da Penn State University. O historiador de religiões chegou à conclusão de que a violência estampada no Corão é defensiva, sendo, portanto, compatível com o senso comum do século 7º, período ao qual o livro se refere.


Para Jenkins, a brutalidade contida na Bíblia vai além do que chama de razoabilidade histórica, porque prega com constância o genocídio. Como exemplo, ele cita o primeiro livro Samuel, em 15:3:

Vai, pois, agora e fere a Amaleque; e destrói totalmente a tudo o que tiver, e não lhe perdoes; porém matarás desde o homem até a mulher, desde os meninos até aos de peito, desde os bois até as ovelhas, e desde os camelos até aos jumentos”.

Saul se compadeceu de algumas vítimas, poupando-as, ao que Deus ficou furioso:



Arrependo-me de haver posto a Saul como rei, porquanto deixou de me seguir, e não cumpriu as minhas palavras.” (15:12)

A fúria devastadora das Cruzadas (do século 11 ao 13) é exemplo da prática dos ensinamentos da Bíblia. Mas hoje em dia, observa Jenkins, a violência da Bíblia é mais conotativa do que um chamamento à ação contra os inimigos. Assim, diz, “aniquilar o inimigo” quer dizer acabar com os próprios pecados. E esse não seria o caso do Corão.


A questão é polêmica, sucinta debates calorosos e irracionais, como tudo, aliás, que se refere a escrituras ditas sagradas.

Fonte: National Public Radio.

De Cabo a Rabo...






Afirmar que a terra gira em torno do sol é tão errôneo quanto afirmar que Jesus não nasceu de uma virgem...




Cardeal Bellarmino
1615, durante o julgamento de Galileu...








Giordano Bruno...



(Ele antecipava um século, aqui... Onde ardia o fogo...)


Giordano Bruno (Nola, 1548 — Roma, Campo de Fiori, 17 de fevereiro de 1600) foi um teólogo, filósofo, escritor e frade dominicano italiano, condenado à morte na fogueira, pela Inquisição romana (Congregação da Sacra, Romana e Universal Inquisição do Santo Ofício), por heresia. É também referido como Bruno de Nola ou Nolano.

Ao contrário do que se pensa comumente, Giordano Bruno não foi queimado na fogueira por defender o heliocentrismo de Copérnico. Um dos pontos chaves de sua cosmologia é a tese do universo infinito ou povoado por uma infinidade de estrelas, como o Sol, e por outros planetas, nos quais, assim como na Terra, existiria vida inteligente. Sua perspectiva se define a partir das idéias de Nicolau de Cusa, Copérnico e Giovanni Battista della Porta.

Giordano Bruno aceitou sua morte com galhardia e dignidade, e ao receber sua sentença de morte, disse como firmeza inabalável: 


Forse con più timore pronunciate la sentenza contro di me di quanto ne provi io nell’accoglierla”... Talvez sintam mais medo da sentença proferida contra mim, do que eu em aceita-la...

Giordano Bruno, o nome da Liberdade...