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sexta-feira, 1 de fevereiro de 2013

Datena, a arrogância da ignorância plena...

Um imbecil completo, sem direito a sursis... O melhor exemplo de quando a ignorância desconhecer a  própria condição, arvorando uma arrogância sem limites... Como um palhaço como esse, preconceituoso e falsamente moralista ocupa o palco da televisão brasileira? Triste destino...

Datena, a arrogância da ignorância plena... Um marco para a imbecilidade e para o falso moralismo...

Carlos Sherman

segunda-feira, 28 de janeiro de 2013

Nice Lobão




NICE LOBÃO:

UMA VERGONHA NACIONAL, UM ESCÂNDALO POR ONDE QUER QUE SE OLHE... UMA LARANJA DO PRÓPRIO MARIDO, O CORRUPTO, LADRÃO, SEM-VERGONHA, EDSON LOBÃO...

‘Os ‘amigos do povo’ contra o mérito’, por Demétrio Magnoli

PUBLICADO NO ESTADÃO EM 16 DE AGOSTO DE 2012

A assinatura da deputada Nice Lobão ─ campeã em faltas na Câmara e esposa do ministro Edison Lobão, protegido de José Sarney ─ no projeto de lei de cotas nas instituições federais de ensino superior e médio é um desses acasos repletos de significados. Por intermédio de Nice, a nova elite política petista se abraça às elites tradicionais numa santa aliança contra o princípio do mérito. Os aliados exibem o projeto como um reencontro do Brasil consigo mesmo. De um modo perverso, eles têm razão.

Nunca antes uma democracia aprovou lei similar. Nos EUA as políticas de preferências raciais jamais se cristalizaram em reservas de cotas numéricas. Índia e África do Sul reservaram parcelas pequenas das vagas universitárias a grupos populacionais específicos. O Brasil prepara-se para excluir 50% das vagas das instituições federais da concorrência geral, destinando-as a estudantes provenientes de escolas públicas.

O texto votado no Senado, ilustração acabada dos costumes políticos em voga, concilia pelo método da justaposição as demandas dos mais diversos “amigos do povo”. Metade das vagas reservadas contemplará jovens oriundos de famílias com renda não superior a 1,5 salário mínimo. Todas elas, em cada “curso e turno”, serão repartidas em subcotas raciais destinadas a “negros, pardos e indígenas” nas proporções de tais grupos na população do Estado em que se situa a instituição. Uma extravagância final abole os exames gerais, determinando que os cotistas sejam selecionados pelas notas obtidas em suas escolas de origem.

Gueto é o nome do jogo. Só haverá uma espécie viciada de concorrência entre “iguais”: alunos de escolas públicas concorrem entre si, mas não com alunos de escolas privadas. Jovens miseráveis não concorrem com jovens pobres. “Pardos” competem entre si, mas não com “brancos” ou “negros”, detentores de suas próprias cotas. Cada um no seu quadrado: todos têm um lugar ao sol ─ mas o sol que ilumina uns não é o mesmo que ilumina os outros. No fim do arco-íris, cada cotista portará o rótulo de representante de uma minoria oficialmente reconhecida. O “branco” se sentará ao lado do “negro”, do “pardo”, do “indígena”, do “pobre” e do “miserável” ─ e todos, separados, mas iguais, agradecerão a seus padrinhos políticos pela vaga concedida.

Nice Lobão é apenas um detalhe significativo. O projeto reflete um consenso de Estado. Nasce no Congresso, tem o apoio da presidente, que prometeu sancioná-lo, e a bênção prévia do STF, que atirou o princípio da igualdade dos cidadãos à lixeira das formalidades jurídicas ao declarar a constitucionalidade das cotas raciais. O Estado brasileiro desembaraça-se do princípio do mérito alegando que se trata de critério “elitista”. Na verdade, é o avesso disso: a meritocracia difundiu-se no pensamento ocidental com as Luzes, junto com o princípio da igualdade perante a lei, na hora do combate aos critérios aristocráticos de promoção escolar e preenchimento de cargos no serviço público. Naquele contexto, para suprimir a influência do “sangue azul” na constituição das burocracias públicas, nasceram os concursos baseados em exames.

O princípio do mérito não produz, magicamente, a igualdade de oportunidades, mas registra com eficiência as injustiças sociais. Os vestibulares e o Enem revelam as intoleráveis disparidades de qualidade entre escolas privadas e públicas. Entretanto, revelam também que em todos os Estados existem escolas públicas com desempenho similar ao das melhores escolas particulares. A constatação deveria ser o ponto de partida para uma revolução no ensino público destinada a equalizar por cima a qualidade da educação oferecida aos jovens. No lugar disso, a lei de cotas oculta o fracasso do ensino público, evitando o cotejo entre escolas públicas e privadas. Os “amigos do povo” asseguram, pela abolição do mérito, a continuidade do apartheid educacional brasileiro.

O ingresso em massa de cotistas terá impacto devastador nas universidades federais. Por motivos óbvios, elas estão condenadas a espelhar o nível médio das escolas públicas que fornecerão 50% de seus graduandos. Hoje quase todos os reitores das federais funcionam como meros despachantes do poder de turno. Mesmo assim, eles alertam para os efeitos do populismo sem freios. O Brasil queima a meta da excelência na pira de sacrifício dos interesses de curto prazo de sua elite política. Os “amigos do povo” convertem o ensino público superior em ferramenta de mistificação ideológica e fabricação de clientelas eleitorais.

No STF, durante o julgamento das cotas raciais, Marco Aurélio Mello pediu a “generalização” das políticas de cotas. A “lei Lobão” atende ao apelo do juiz que, como seus pares, fulminou o artigo 208 da Constituição, no qual está consagrado o princípio do mérito para o acesso ao ensino superior. Mas a virtual abolição do princípio surtirá efeitos em cascata na esfera do funcionalismo público, que interessa crucialmente à elite política. As próximas leis de cotas tratarão de desmoralizar os concursos públicos nos processos de contratação, nos diversos níveis de governo.

A meritocracia é o alicerce que sustenta as modernas burocracias estatais, traçando limites ao aparelhamento político da administração pública. Escandalosamente, a elite política brasileira reserva para si a prerrogativa de nomear os ocupantes de centenas de milhares de cargos de livre provimento, uma fonte inigualável de poder e corrupção. A ofensiva dos “amigos do povo” contra o princípio do mérito tem a finalidade indireta, mas estratégica, de perpetuar e estender o controle dos partidos sobre a administração pública.

O país do patrimonialismo, do clientelismo, dos amigos e dos favores moderniza sua própria tradição ao se desvencilhar de um efêmero flerte com o princípio do mérito. Nice Lobão é um retrato fiel da elite política remodelada pelo lulismo.

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Os gastadores


O campeão de gastos:

Encerrado o primeiro semestre, o amazonense Silas Câmara lidera o ranking dos deputados que mais gastam com a chamada cota de atividade parlamentar nesta Legislatura.

Entre fevereiro do ano passado e junho, Câmara usou 593 000 reais para cobrir as despesas do seu mandato. Ficou na frente de Moreira Mendes (570 000 reais) e Teresa Surita (566 000 reais), irmã de Emílio Surita do Pânico.

Do lado oposto do ranking estão aqueles que fecham a mão na hora de gastar o dinheiro público. José Antônio Reguffe é o que menos gastou no período – 14 000 reais -, seguido de Nice Lobão (46 000 reais) e Miro Teixeira (111 000 reais).

Por Lauro Jardim

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A mais ausente

Deputada conquistou o titulo de mais ausente novamente:

Nice Lobão manteve o título de deputada mais ausente de 2010 no ano passado. A deputada do PSD faltou a 172 sessões no plenário – ou seja, esteve presente em apenas 14,9% das votações na Câmara. Eduardo Gomes e Henrique Eduardo Alves ficaram em segundo lugar com 27,2% e 44% de presença no plenário respectivamente.

Treze deputados compareceram a todas as 202 sessões, sendo que apenas um também esteve em todas as reuniões de comissões: o pedetista José Antônio Reguffe participou de 89 encontros em 2011.

Por Lauro Jardim

sexta-feira, 18 de janeiro de 2013

Forbes


O título deveria ser "Forbes lista alguns dos contraventores mais ricos do Brasil"...

Carlos Sherman

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Paulo Lopes:


Revista americana lista os cinco pastores mais ricos do Brasil

A revista americana de economia e negócios avaliou o patrimônio dos principais pastores evangélicos do Brasil e elaborou uma lista dos cinco mais ricos.

Em primeiro lugar, disparado,  ficou Edir Macedo (foto), chefe da Igreja Universal do Reino de Deus. A revista estima que seu patrimônio líquido seja de pelo menos US$ 950 milhões (R$ 1,9 bilhão).

A fortuna total (não só o patrimônio líquido) de Macedo pode ser o dobro. Em 2009, estimativa feita Coaf (Conselho de Controle de Atividades Financeiras), a pedido do Ministério Público do Estado de São Paulo, avaliou a fortuna de Macedo em US$ 2 bilhões.

A revista informou aos seus leitores americanos que Macedo, além de líder espiritual, é dono de empresas, entre as quais a TV Record. Também destacou que ele ganha dinheiro com a publicação de livros. 

Já se esperava que Macedo encabeçasse uma lista desse gênero ou mesmo de brasileiros mais ricos em qualquer tipo de atividade.


O que surpreendeu, no caso dos pastores milionários, é a colocação de Valdemiro Santiago (foto), da Mundial, em segundo lugar. Forbes estimou que a patrimônio líquido do pastor que aparece na TV chorando pedindo dinheiro seja de US$ 220 milhões (R$ 440 milhões). 

O terceiro lugar também causou surpresa. Trata-se de Silas Malafaia (foto), da Assembleia de Deus Vitória em Cristo. A revista avaliou o seu patrimônio líquido em US$ 150 milhões (R$ 300 milhões).

Informou que o pastor costuma fazer campanha para arrecadar quantias representativas de seus fiéis, como a do “Clube de Um Milhão de Almas” cujo objetivo é obter a soma de US$ 1 bilhão. Destacou que o pastor se envolve constante em atritos com representantes do movimento gay.

De acordo com revista, Malafaia tem mais dinheiro do que R.R. Soares (foto), o quarto colocado na lista dos mais ricos. O fundador da Igreja Internacional da Graça de Deus teve seu patrimônio líquido estimado em US$ 125 milhões (R$ 250 milhões). 

Estevam Hernandes Filho (foto) e sua mulher Sônia, da Igreja Renascer, ficaram em quinto lugar, com patrimônio líquido estimado em US$ 65 milhões (R$ 130 milhões). A revista lembrou que o jogador Kaká foi o mais famoso dizimista do casal Hernandes, contribuindo com pelo menos R$ 2 milhões. 

O casal está rico, mas a sua igreja nem tanto. Vários templos foram fechados por falta de pagamento de aluguel e ainda correm na Justiça processos indenizatórios de vítimas do teto do templo que desabou em janeiro de 2007. 

A revista informou que as estimativas dos valores líquidos foram feitas com base em dados do Ministério Público Federal, da União e da Polícia Federal. Também foram levados em conta informações da imprensa brasileira sobre a participação de pastores em empresas.


Leia mais em http://www.paulopes.com.br/2013/01/forbes-lista-os-pastores-mais-ricos-do-brasil.html#ixzz2ILdE8EPL 
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