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sábado, 30 de abril de 2011

Conto de Fadas ou "Story of Carochinha???

Estou ciente de que já não existe "estória" em nossa língua, e lamento... Em inglês persiste o "story" e o "history"... Sendo que o primeiro refer-se aos fatos cotidianos, enquanto segundo refer-se aos eventos marcantes e de amplitude cultural estabelecidos no tempo... Nossa História...


Casamento IRREAL... 
Sensação de "Déjà vu"... 
Sensacionalismo... 
Idolatria vazia... 
"Superficialidade Máxima"... 

Conto de Fadas ou "Story of Carochinha"??? Nem uma coisa nem outra, isso é Business... Fucking Business...


Uniformes, medalhas (por que?), pompa e circunstância... 
E um Príncipe...
Príncipe???
Príncipe de que e por que??? 

Exibicionismo, 
Negócio multimilionário... 
Uma "plebéia", rica e interesseira,
Que em seus devaneios infantis sonhou em casar-se com o príncipe de Walt Disney,
Perseguiu esta ambição até o altar... 


Ambição sim, porque a decisão é tomada antes de conhecer o tal "príncipe", e baseada  na sua condição real, e não em seus valores... Neste sentido, também é uma reedição dos casamentos  por interesse, "monarquicamente" consagrados...

Não é por acaso que o "matrimônio" foi inventado como "casamento de patrimônios", e que em nossas certidões rezem apenas cláusulas sobre "separação de bens"...

Esta "story" não é nova na "history"... 
Ambição desmedida... 
Hipocrisia sórdida, 
Jogos de interesse, 
E um péssimo exemplo...

Quem está interessado no casamento de duas pessoas senão os convidados, amigos e parentes??? Mas quanto custa o direito de transmissão do "espetáculo"???

O Big Brother das celebridades, no estilo "A Fazenda em Picadilly Circus", é parte do problema das falsas expectativas, e da mais valia em nossa sociedade... 

Fiz questão de não assistir a este "filme", assim como fiz questão de não assistir a Titanic... Mas o making of estará e toda parte e terminarei sendo obrigado a assistir os fragmentos, embora já conheça a "story", pela "history"... 

Vida longa ao casal... 
Lamento pela audiência... 
Exagero Real... 

Carlos Sherman






quinta-feira, 28 de abril de 2011

O Equilíbrio Nash...


O escocês Adam Smith, Pai do Capitalismo e um dos Baluartes da Economia Moderna, preconizou que “num ambiente competitivo, as ambições individuas servem ao bem comum”... Será? Em poucas palavras, Smith estava dizendo que os melhores resultados para uma dada sociedade, são obtidos, quando todos fazem o melhor para si... “Cada um por si...”, rsrsrs... Desta forma, e tendo em mente um somatório simples, chegaríamos à performance máxima de um dado grupo... Errado... 

Na próxima vez que forem à praia, lembrem de procurar por uma aglomeração de pescadores... Procure observar o comportamento de caranguejos em uma bacia com a base menor do que a boca... Reparem que os caranguejos no afã de sobreviver pisam uns sobre os outros... Se estes caranguejos dispusessem de tendências genéticas, meméticas, ou conceitos intelectuais, para atuar em grupos, poderiam, por exemplo, “organizar” uma escadinha, subindo “cordialmente”, uns sobre os “ombros” dos outros, encostados à parede, e com o peso, a bacia penderia, permitindo que todo o grupo fosse salvo... Os ditos caranguejos estariam trabalhando em conjunto pela “sobrevivência do grupo”... E de si mesmos... Notem que o dito altruísmo (oposto de egoísmo), ou AMOR, neste caso, é uma decisão inteligente, é pode ser uma decisão de grupo...

Nash, John Forbes NASH, esquizofrênico de plantão, consagrado com o Prêmio Nobel em Ciências Econômicas, encontrou a correção para o modelo de Smith: O Equilíbrio Nash... Devemos trabalhar pela nossa sobrevivência “e” também pela sobrevivência do Grupo... Isso é revolucionário... Quando lutamos avidamente por nossas conquistas individuas, e indo muito além de garantir a nossa sobrevivência, e escalando exponencialmente o pico status social, é inevitável que acabemos por invadir o espaço do outro ou de muitos, e podemos até mesmo subtrair algo de sua subsistência... Ou da subsistência de muitos... Esta exploração inescrupulosa impera em todo o globo... Vemos sinais de mudança e o equilíbrio Nash está na base destes avanços...

As Leis Anti-Truste, impedindo a formação de um único grupo controlador de um setor da economia, ou as leis Anti-Cartel, impedindo acordos comerciais, entre diferentes grupos para controlar e lotear um setor da economia, são avanços do Equilíbrio Nash... Estamos falando de Ética nos negócios, e o impacto sobre a vida no globo... Estamos falando de fair play... De saúde... Notem quantas fronteiras temos para explorar...

Só falta mesmo que o Equilíbrio Nash seja usado para justificar o dízimo imposto pelas diversas seitas ao seu rebanho, rsrsrsrs... Neste caso eu considerarei a possibilidade de desistir... Estamos aqui falando de grupo e não de “indulgências e subornos” a um deus faz-de-conta, em prol do bem individual... Pensem nisso, quando renegarem o racionalismo a segundo plano.... 


Levantem-se do pântano escuro e triste das religiões... Como mulheres e homens livres... Precisamos trabalhar duro, produzir, e deixar um mundo melhor, sem medos e terror para os nossos filhos, netos, bisnetos, tataranetos... Deixe um legado... Na sua casa, no seu bairro, na sua cidade, ou no seu estado, país, continente, planeta... Ou apenas em você... 

Sua Mente também pode Brilhar...


Seja o legado...

P.S.: A vida de Nash, assim como este conceito, com amplo destaque ao seu quadro esquizofrênico e sua recuperação, foram magistralmente retratados no filme “Uma Mente Brilhante”; e tendo Russell Crowe no papel principal...




Bebo & Cigala - Inolvidable

Equizofrenia: Caso NASH...


Não, este não é mais um artigo sobre Wellington, o esquizofrênico e assassino de Realengo... Falaremos sobre outro esquizofrênico notório e notável, John Forbes Nash, de Bluefield, Virginia, Estados Unidos... 

À diferença do esquizofrênico de Realengo, John Nash estudou em Princenton, e foi educado pela ciência... Ao contrário de Wellington, educado nas religiões abraâmicas (Judaísmo, Cristianismo e Islamismo)... Nash, recebeu o Prêmios Nobel em Ciências Econômicas, entre diversas outras condecorações pelo seu legado à humanidade... 

Nash foi acometido de alucinações, via pessoas que não existiam, falava com elas, acreditava fazer parte de uma organização secreta, que decifrava códigos secretos russos, que estariam tramando invadir a América.... Percebam que as alucinações de Nash e a dificuldade em separar a fantasia da realidade, também o levaram por caminhos perigosos... O sensacionalismo e o medo impostos pela Guerra Fria tiveram profundo impacto sobre a esquizofrenia de Nash... O “terror comunista” assumiu controle sobre a mente de Nash... Tudo poderia ter acontecido...

Mas Nash venceu e não matou... Ou melhor, matou sim... Nash “matou muitas das charadas” que intrigavam e intrigam o nosso mundo... E ainda desafiam a nossa parca compreensão... Sendo, pois, aclamado como, um dos homens mais importantes do último século...

Como sabemos hoje, pela popularidade da chacina do Rio, a esquizofrenia caracteriza-se, classicamente, por severas alterações no raciocínio, alucinações visuais, sinestésicas e, sobretudo, auditivas... Delírios e dificuldade em apartar a fantasia da realidade... O portador de tal patologia apresenta dificuldades no comportamento social, isolamento, transtornos graves do humor, depressão; entre outros sintomas que tornam a vida de tal pessoa, um enorme fardo... Não raro, tiram a própria vida...

É importante notar a força do meio e dos estímulos recebidos, nas chances e no destino de tais pacientes... Isso quando são descobertos como pacientes... De acordo com algumas estatísticas, a esquizofrenia atinge 1% da população mundial, cerca de 7.000.000 de pessoas... Vivendo entre nós...


A esquizofrenia manifesta-se habitualmente entre os 15 e os 25 anos, com proporção semelhante entre homens e mulheres, podendo também ocorrer na infância ou na meia-idade... Estudos apontam ainda que, a proporção pode ser bem maior... Certos comportamentos obsessivos, relacionados a crenças e seitas, atividades metafísicas, as ditas espirituais, mediunidades, apresentam boa chance de caracterização esquizofrênica... Embora seja muito difícil apartar auto-sugestão, fanatismo, charlatanismo e esquizofrenia... 

Um paciente, reconhecido e tratado, pode levar uma vida normal, e até mesmo, uma vida Excepcional como no Caso Nash... Sem tratamento estarão a mercê das influências que recebam... Se bem educados, serão homens produtivos... Se doutrinados por religiões seitas que justificam matar pela fé, em nome da purificação, serão assassinos...

P.S.: A vida de Nash, assim como este conceito, com amplo destaque ao seu quadro esquizofrênico e sua recuperação, foram magistralmente retratados no filme “Uma Mente Brilhante”; e tendo Russell Crowe no papel principal...




Sungha Jung, Brilhante... With or Without You (U2)...

John Forbes NASH... Uma Mente Brilhante...

Sensacional Video com cena do filme "Uma Mente Brilhante", que conta a vida do ganhador do Prêmio Nobel de Ciências Econômicas, John Nash... Interpretado aqui por Russell Crowe... Nash propôs o "Eqilíbrio Nash", como correção ao modelo preconizado pelo escocês Adam Smith, Pai do Capitalismo e um dos Baluartes da Economia Moderna... 


Este conceito mudou o mundo, e Nash é considerado como um dos homens mais importantes do último século...

Clique sibre o link:



Que dó... Que Lindo...

Educação Já...


Profissão docente: quem quer ser professor hoje?

Por Glaucia Melasso (Especialista em Tecnologias Educacionais) e Luiz Claudio Carvalho (Docente no Instituto Federal de Brasília).

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Responder esta questão é simples: reúna 10 jovens que cursam ensino médio e pergunte: quem quer ser professor? Sem sombra de dúvida a resposta será um profundo silêncio e rapidamente surgirão muitas negativas...

Caso a dúvida persista, reúna 10 professores de ensino fundamental ou médio e pergunte: quem quer continuar a ser professor? Talvez 6 professores respondam com uma negativa apressada, 3 responderão com outra pergunta – em quais condições? – e talvez um único solitário afirme, corajosamente, um SIM heróico.

É na perspectiva de discutir com este sujeito solitário que iniciamos este debate.

Olhadas rápidas na internet, leituras de jornal, conversas de corredor em escolas, faculdades e universidades apontam os motivos óbvios desta debandada geral de escolhas profissionais e carreiras: salários baixos, péssimas condições de trabalho, ausência de perspectiva, violência, desinteresse dos alunos, das famílias, do poder público, falta de prestígio social, formação deficiente e pouco atrativa...

Discutir profissão docente hoje no Brasil requer – além de estudos sociológicos, econômicos e antropológicos – um passeio pelo imaginário popular sobre a profissão.

Quem se lembra da música “Meus tempos de criança”, de Ataulfo Alves? A visão romantizada da professora primária, normalista, bonita e dedicada aos alunos, que remonta à infância feliz... Onde está essa professora? Aliás... Em quais esquinas de nossa história da educação se perderam a escola normal, os institutos de educação, depois os institutos superiores de educação... Em qual UTI se encontram os cursos de pedagogia e licenciatura?

E a cinematografia sobre a carreira? Em geral os professores retratados estão muito mais próximos de um Dom Quixote alijado de seu Sancho Pança do que de um profissional real, daqueles que vai dar sua aula todos os dias e recebe um salário pelos serviços prestados. Exemplos são muitos. Dos clássicos “Good Bye Mr Chips” e “To Sir with Love” ao apaixonante e recente “Take the Lead” com Antônio Banderas. Da China temos o belo “Nenhum a menos”...

A produção cinematográfica brasileira deixou poucos registros sobre o profissional da educação, mas entre estes é possível destacar “Central do Brasil” e “Anjos do Arrabalde” que, apesar da crueza, confirmam a visão romântica sobre a missão idealizada do professor.

Há alguns anos surgiu um adesivo desses que se colocam nos vidros traseiros dos automóveis que dizia: Hei de vencer mesmo sendo professor. O adesivo - lançado por um sindicato de professores - trazia, à época, uma mensagem que poderia ter interpretações diversas.

Uma das interpretações era: apesar do salário miserável que recebo, não pretendo morrer de fome. De certa forma esta interpretação não perdeu a sua atualidade. Professores de escolas públicas municipais, estaduais e federais de qualquer nível de ensino eram mal remunerados, alguns de forma aviltante. Esta condição ainda permanece.

Uma outra interpretação era que apesar do meu trabalho não ter reconhecimento social, continuarei tentando. Atual ainda!

O adesivo também podia ser interpretado como eu sei que não valho muita coisa, mas é o que dá para fazer. Uma interpretação assim talvez seja conseqüência das outras já citadas. Os percalços pelos quais o professor é obrigado a passar atiraram a sua auto-estima para um lugar desconhecido. É possível ver naquele adesivo um exemplo de como um grupo de profissionais pode escrever o seu próprio obituário. Fosse vivo, Sócrates “cicutaria” aquele adesivo e seus autores. Antes, talvez dialogasse um pouco.

Na esteira deste adesivo, a televisão brasileira disseminou, através do programa humorístico de Chico Anísio, a “Escolinha do Professor Raimundo”, caricaturando, de vez, o destino do professor brasileiro, com o bordão “e o salário, ó!”

E como se não bastasse, num golpe final a nova geração registra on line a visão sarcástica sobre possíveis reações de professoras a respeito das políticas de valorização do ensino e do magistério em charges eletrônicas. As professoras retratadas hoje diferem em muito daquela professorinha do Ataulfo Alves ou dos filmes americanos.

É possível, ainda, relembrar as tantas denominações que aparecem para escamotear a profissão docente. Seria a professora uma “tia”? Seria o professor um “educador”? Seria o professor um “mediador da aprendizagem”?

E nos últimos tempos em que também o papel do professor é colocado em questão frente aos avanços das tecnologias da comunicação e da informação?

Todas as análises econômicas sobre o Brasil na vanguarda do desenvolvimento econômico mundial apontam para o gargalo que representa nosso atraso educacional, fartamente registrado pelas pesquisas internacionais.

Numa correlação simples: o Brasil não oferece uma educação minimamente razoável porque os professores não são bem formados, não têm condições de trabalho e de carreira.

E o pior, caminhamos para uma situação em que estes problemas serão solucionados: não teremos mais professores, pela falta completa e absoluta de profissionais interessados em ingressar e continuar na carreira.

Ficamos assim?



Night Rider...


Night Rider…Viajante Noturno...

I´m alone and driving,
I´m going to nowhere….
Estou sozinho e dirigindo…
Estou indo para lugar nenhum…

Black streets like rivers
And the Buldings like walls
Ruas como rios escuros…
Que correm entre edifícios …

The city lights are flashing
My lonely heart still alive
As luzes da cidade cintilam…
Meu coração solitário continua batendo…

Somebody is waiting on me…
Somebody is living in my mind…
Alguém está esperando por mim…
Alguém está vivendo na minha mente…

And I saw that man
Waiting at the sation…
E eu vejo aquele homem
Esperando na estação…

And I saw that woman…
Waiting for that man…
E eu vejo aquela mulher…
Esperando por aquele homem…

Empire State, Empire State of mind….
Far away, far away… At night…
Empire State, Império do Estado da Mente (trocadilho)…
Longe, muito longe… Na noite…

Riding on the city at night…
Riding on the city at night…
Vagando pela cidade na noite…
Vagando pela cidade na noite…

I crossed that train
Full of empty lives…
Eu cruzei aquele trem
Cheio de vidas vazias ...

And that cross inside me…
The emptiness of the life….
E que se cruzam dentro de mim…
E o vazio da vida ....

I thought about the humankind…
Reviewing about me….
Eu pensei na humanidade…
Revisando sobre minha vida…

Empty life… Only love…
At night….
Vida vazia… Só existe Amor…
Na Noite…

Empire of them…
Este é o Império deles…

Empire State, Empire State at night….
Far away, far away of my mind….
Empire State, Empire State na noite…
Longe, muito longe da minha mente…

So… Riding on the city at night… With me…
So… Riding on the city at night
Vagando pela cidade na noite… Comigo…
Vagando pela cidade na noite…

And going to nowheeeeeeeeeere… At night…
E indo para lugar nenhuuuuuuuum… Na noite…

Far away, far away…. At night…
Longe, muito longe…Na noite…

Far away, far away….
Longe, muito longe…

Far away, far away….
Longe, muito longe…

Carlos Sherman






No meu Mundo...


No meu mundo, um jogador de futebol seria somente mais um atleta profissional... E um educador seria uma estrela...

Carlos Sherman


Meu Blog daria um livro...

Inspirado pelo título do delicioso Blog da "Michele", "Minha Vida Daria Um Blog"... Pensei:

Meu Blog daria um Livro...

Carlos Sherman





Futebol...

Deixei de torcer por times de futebol, quando percebi que realmente torcia pela qualidade do espetáculo, pelo fair play, e para que vencesse o melhor...

Carlos Sherman


quarta-feira, 27 de abril de 2011

Fim do Mundo em 2012...


21-12-2012, O Fim do Mundo

Porque??? Planeta Nimburus??? Planeta X??? Não... Isso não procede...

Mas... Eles dizem que o Centro da Galáxia, o Sol e a Terra estarão em um alinhamento perfeito... Isso realmente é interessante... E se você for aos mapas astronômicos, verá que é verdade, e este alinhamento realmente ocorrerá... É verdade...

Mas, os conspiracionistas não contaram a você um pequeno detalhe... Talvez irrelevante... Talvez...

Todos os anos, em 21-12, ocorre o mesmo alinhamento... E parece que ainda estamos aqui... Ou não???

A Verdade persiste, insiste, penetra...  



Sociedade dos poetas mortos (legendado)

Carpe Diem



Carpe diem.
Horácio



Caminhos...


Duas estradas divergiam em um bosque e eu segui pela menos usada. Isso fez toda a diferença.

Robert Frost



Thoreau


Fui à floresta, porque queria viver profundamente...
...e sugar a essência da vida!
Eliminar tudo o que não era vida...
E não, ao morrer, descobrir, que eu não vivi.

Henry David Thoreau




We Are Most Amused - Rowan Atkinson Legendado

Christopher Hitchens - A verdadeira essência do mito de Jesus - Legendad...

Carl Sagan: Wanderers (Errantes) - legendado