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segunda-feira, 22 de abril de 2013

Russell por Pinheiro


Recortes de Bertrand Russell




“Os sonhos de um homem ou de um grupo podem ser cômicos, mas os sonhos humanos coletivos, para nós que não podemos ultrapassar o círculo da humanidade, são patéticos. 
O universo é muito vasto, como revela a astronomia. Não podemos dizer o que existe além do que os telescópios mostram. Mas sabemos que é de uma imensidão inimaginável. No mundo visível, a Via Láctea é um fragmento minúsculo; e, nesse fragmento, o sistema solar é uma partícula infinitesimal, e, dessa partícula, nosso planeta é um ponto microscópico. Nesse ponto, pequenas massas impuras de carbono e água, de estrutura complexa, com algumas raras propriedades físicas e químicas, arrastam-se por alguns anos, até serem dissolvidas outra vez nos elementos de que são compostas. Elas dividem seu tempo entre o trabalho designado para adiar o momento de sua dissolução e a luta frenética para acelerar o de outras do mesmo tipo. As convulsões naturais destroem periodicamente milhares ou milhões delas, e a doença devasta, de modo prematuro, mais algumas. Esses eventos são considerados infortúnios; mas quando os homens obtêm êxito ao impor semelhante destruição por seus próprios esforços, regozijam-se e agradecem a Deus. Na vida do sistema solar, o período no qual a existência do homem terá sido fisicamente possível é uma porção minúscula do todo; mas existe alguma razão para esperar que mesmo antes desse período terminar o homem tenha posto fim à sua existência por seus próprios meios de aniquilação mútua.
Assim é a vida do homem vista de fora.
Mas tal visão da vida, como sabemos, é intolerável, e destruiria a energia instintiva pela qual o homem persiste. A forma que encontraram para escapar dessa cruel perspectiva foi por meio da religião e da filosofia.”



 “Além de todos os argumentos utilitários a busca da felicidade com base em crenças falsas não é nem muito nobre nem muito gloriosa. Há uma completa felicidade na firme percepção de nosso verdadeiro lugar no mundo, e um drama mais vívido do que qualquer um possível para aqueles que se escondem por trás das cortinas fechadas do mito. Existem “mares perigosos” no mundo do pensamento, que podem apenas ser navegados por aqueles que desejam encarar sua própria impotência física. E, sobretudo, existe a libertação da tirania do Medo, que destrói a luz do dia e mantém os homens humilhados e cruéis. Nenhum homem está livre do medo se não ousa ver qual é seu lugar no mundo; nenhum homem pode atingir a grandeza de que é capaz até que tenha se permitido ver sua pequenez.”


“Arriscar-me-ei agora em um tópico que as pessoas acham ainda mais difícil de tratar de forma não apaixonada, ou seja: costumes matrimoniais. A maioria da população de cada país está convencida de que todos os hábitos matrimoniais diferentes dos seus são imorais, e que aqueles que combatem esse ponto de vista o fazem apenas para justificar suas próprias vidas desregradas...
...Quando abrimos qualquer tratado científico sobre o assunto, nos deparamos com uma atmosfera extraordinariamente diferente de preconceito popular. Encontramos a existência de toda sorte de costume, muitos dos quais achamos repugnantes para a natureza humana...
...Um pouco dessa leitura deve logo reduzir qualquer pessoa ingênua ao total ceticismo, pois não parece haver dados que possibilitem afirmar que um hábito matrimonial é melhor ou pior do que outro. Quase todos envolvem crueldade e intolerância contra aqueles que ofendem o código local, mas não possuem mais nada em comum. Parece que o pecado é geográfico. A partir dessa premissa, há apenas um pequeno passo para a conclusão que a noção de “pecado” é ilusória, e que a crueldade habitualmente praticada na sua punição é desnecessária. Esta conclusão não é nada bem vinda para muitos, pois aplicação da crueldade com uma boa consciência é um deleite para os moralistas. Eis por que inventaram o inferno.”


“Um partido que está prestes a obter o poder deve, em uma democracia, fazer um apelo ao qual a maioria da nação reaja de modo positivo.
[...]
Por consequinte, é provável que nenhum partido político importante tenha um programa útil, e se medidas fossem tomadas isso ocorreria por meio de algum outro mecanismo, abstraindo-se o partido governamental.
[...]
O poder do político, em uma democracia, depende da adoção de suas opiniões que pareçam corretas para o homem comum. É inútil esperar que os políticos sejam suficientemente íntegros para defender a opinião esclarecida que considerem boa, visto que se assim fizessem seriam postos de lados por outros.  Além disso, a habilidade intuitiva requerida para prever opiniões não implica qualquer aptidão para formar suas próprias opiniões, assim, muitos dos mais capazes (do ponto de vista do partido político) estarão em posição de defender, de modo bastante honesto, medidas que a maioria considera benéficas, mas que os especialistas sabem que são ruins.”


“É uma propensão natural atribuir infortúnio à malignidade de alguém. Quando os preços aumentam, o fato é devido ao especulador; quando os salários diminuem, culpa-se o capitalista. O leigo não questiona a ineficácia do capitalista no momento que os salários sobem, assim como a do especulador quando os preços caem. Tampouco ele percebe que os salários e os preços sobem e baixam ao mesmo tempo. Se ele for um capitalista, desejará que os salários declinem e os preços subam; se for um assalariado almejará o oposto. Quando um especialista em monetarismo tenta explicar que os especuladores, os sindicatos e os empregados comuns pouco têm a ver com a questão, ele irrita todas as pessoas, do mesmo modo que o homem que lançou dúvida sobre as atrocidades praticadas pelos alemães.”


“Na religião e na política, ao contrário, embora ainda não haja nada que se aproxime do conhecimento científico, todos consideram como de rigueur ter uma opinião dogmática apoiada pela inanição, a prisão e a guerra, infligidas, além de estar cuidadosamente sob vigilância para evitar uma argumentação competitiva de qualquer opinião diferente. Se pelo menos os homens pudessem ser conduzidos a ter uma estrutura mental agnóstica instigante sobre esses assuntos, nove décimos dos males do mundo moderno seriam debelados. A guerra se tornaria impossível, porque cada lado perceberia que ambos os lados poderiam estar errados. A perseguição cessaria. A educação visaria a expandir a mente, sem reprimi-la. Os homens seriam escolhidos para trabalhar por causa de sua adequabilidade, e não por seguirem domas irracionais daqueles que estão no poder. Assim, só a dúvida racional, caso pudesse ser fomentada, seria suficiente para trazer a felicidade e prosperidade universais.”


“A educação elementar em todos os países adiantados está nas mãos do Estado. Alguns ensinamentos são reconhecidos como falsos pelos funcionários que os prescrevem, e muitos outros são considerados enganosos, ou de alguma forma muito duvidosos, por todas as pessoas não preconceituosas. Como, por exemplo, o ensino de história. Cada nação deseja apenas a autoglorificação nos livros escolares de história. Quando um homem escreve sua autobiografia espera-se que ele demonstre uma certa modéstia; mas quando uma nação escreve sua autobiografia não há limite para jactar-se ou vangloriar-se.
[...]
Tanto antes quando depois, um dos principais objetivos da educação nos Estados Unidos é converter a mistura heterogênea de crianças imigrantes em “bons americanos”. Aparentemente, não ocorreu a ninguém que um “bom americano”, assim como um “bom alemão’ ou um “bom japonês” possa ser, pro tanto, um ser humano de má índole. Um “bom americano” é um homem, ou uma mulher, imbuído da crença de que a América é o melhor país da terra e que deve sempre ser apoiado entusiasticamente em qualquer conflito. É possível que esses objetivos sejam verdadeiros; neste caso, um homem racional, não teria conflito algum com eles. Mas se eles são verdadeiros, devem ser ensinados no mundo inteiro, não apenas na América. É uma circunstância suspeita que tais finalidades não tenham crédito fora do país onde são glorificadas. Enquanto isso, toda a máquina do Estado, nos diferentes países, dedica-se a fazer com que crianças indefesas acreditem em proposições absurdas, com vistas a torná-las propensas a morrer em defesa de interesses malévolos com a impressão de que estão lutando pela verdade e pelo direito. Essa é apenas uma das inumeráveis maneiras das quais a educação é planejada, não para oferecer um conhecimento verdadeiro, mas para tornar as pessoas dóceis à vontade de seus senhores. Sem um sistema elaborado de embuste nas escolas elementares seria impossível preservar a camuflagem da democracia.”


“Não se deve supor que os funcionários encarregados da educação desejem que o jovem se eduque. Ao contrário, o intuito deles é fornecer informação sem estimular a inteligência. A educação deveria ter dois objetivos: primeiro, oferecer um conhecimento definitivo, leitura e escrita, linguagem e matemática, e assim por diante; segundo, criar hábitos mentais que capacitem as pessoas a adquirir conhecimento e a formular julgamentos sólidos. O primeiro deles podemos chamar de informação; o segundo, de inteligência. A utilidade da informação é admitida na prática, bem como na teoria; sem uma população letrada o Estado moderno é impossível. Mas a utilidade da inteligência é admitida apenas teoricamente e não na prática: não é desejável que as pessoas comuns pensem por si mesmas, porque se presume que essas pessoas são difíceis de controlar e causam dificuldades administrativas. Só os guardiões, na linguagem de Platão, podem pensar; o resto deve obedecer, ou seguir líderes como um rebanho de carneiros. Essa doutrina, com freqüência inconsciente, sobreviveu à introdução da democracia política, e corrompeu radicalmente todos os sistemas nacionais de educação.”

“A objeção à propaganda não é apenas em razão do seu apelo ao irracional, mas também, e muito mais, pela vantagem injusta concedida aos ricos e poderosos. A igualdade de oportunidade entre opiniões é essencial para que exista uma liberdade de pensamento verdadeira; e essa igualdade só pode ser assegurada por leis elaboradas para esse fim, embora não haja razão para esperar que sejam sancionadas. A cura não deve ser procurada basicamente nessas leis, mas em uma educação melhor e uma opinião cética mais perspicaz. Contudo, no momento não estou preocupado em discutir curas.”

“A fim de haver tolerância no mundo, uma das coisas a ser ensinada nas escolas deve ser hábito de ponderar a evidência e prática de não dar total assentimento a proposições que não haja razão para serem aceitas como verdadeiras. Por exemplo, a arte da leitura de jornais precisa ser ensinada. O professor deve selecionar algum incidente acontecido há muitos anos e que tenha provocado paixões políticas à sua época. Então, ele deve ler para as crianças o que foi publicado por um jornal de uma corrente política e que foi mencionado por outros jornais de opinião oposta, e algum relato imparcial do que realmente aconteceu. Ele deve mostrar como, a partir do viés de cada relato, um leitor habituado à leitura pode inferir o que de fato ocorreu, e precisa fazer com que elas entendam que tudo nos jornais é mais ou menos falso. O ceticismo cínico que resultaria desse ensinamento tornaria as crianças mais tarde imunes a apelos de idealismo pelos quais pessoas decentes são induzidas a favorecer os esquemas dos vigaristas.”

“Penso que se deva admitir que os males do mundo são devidos tanto a defeitos morais quanto à falta de inteligência. Mas a humanidade ainda não descobriu qualquer método de erradicar defeitos morais; a pregação e a exortação só acrescentam hipocrisia moralista à lista prévia de vícios. A inteligência, ao contrário, é com facilidade aperfeiçoada por métodos conhecidos por todos os educadores competentes. Portanto, até que algum método de ensinar a virtude seja descoberto, o progresso precisará ser buscado pelo aperfeiçoamento da inteligência e não por valores morais. Um dos maiores obstáculos à inteligência é a credulidade, e esta poderia ser extremamente reduzida pela instrução sobre as formas preponderantes de falsidade. A credulidade é um mal ainda maior nos dias de hoje do que foi no passado, pois em razão do crescimento da educação agora é muito mais fácil disseminar a informação, e, em virtude da democracia, a difusão de informações falsas ou incorretas é mais importante do que no passado para os detentores do poder. Daí o aumento da circulação de jornais.”

“Meu pleito ao longo desse ensaio tem sido a favor da disseminação de uma tendência científica, que é algo totalmente diferente do conhecimento de resultados científicos. A tendência científica é capaz de regenerar a comunidade e fornecer uma saída para todos os nossos problemas. Os resultados da ciência, na forma de mecanismo, os gases poluentes e a imprensa sensacionalista conduzirão a uma total destruição de nossa civilização. Isso é uma antítese curiosa, que os marcianos poderiam contemplar com um distanciamento divertido. Porém para nós é uma questão de vida ou morte. Dessa questão depende se nossos netos viverão em um mundo mais feliz ou se exterminarão uns aos outros por meio de métodos científicos, deixando talvez para os selvagens os destinos futuros da humanidade.”

“No sentido mais abstrato, “liberdade” significa a ausência de obstáculos externos para a realização de desejos. Considerando esse sentido abstrato, a liberdade pode ser expandida pela maximização do poder ou por desejos minimizados. Um inseto que vive alguns dias e depois morre de frio tem uma liberdade perfeita de acordo com essa definição, visto que o frio pode alterar seus desejos e assim, não há nenhum momento que ele deseje realizar o impossível. Entre os seres humanos, também, esse modo de atingir a liberdade é possível”

“Um homem retirado de um ambiente e posto subitamente em outro talvez de forma nenhuma sinta-se livre e, contudo, esse novo ambiente pode proporcionar liberdade para aqueles que estão acostumados a ele. Assim, não podemos discorrer sobre liberdades sem levar em consideração a possibilidade de desejos variáveis em virtude da mudança de ambiente. Em alguns casos, isso torna a obtenção da liberdade mais difícil, uma vez que um novo ambiente, embora satisfaça antigos desejos, pode criar novos que não possam ser satisfeitos. Essa possibilidade é ilustrada pelos efeitos psicológicos do industrialismo, que gera um grande número de novas aspirações: um homem pode estar descontente porque não tem condições de comprar um carro, e logo iremos querer aviões particulares. É possível que um homem esteja insatisfeito por causa de desejos inconscientes. Por exemplo, os americanos precisam de descanso, mas o desconhecem. Creio que isso explica em grande parte a onda de crime dos Estados Unidos.”

“Os motivos que levaram à educação universal compulsória são diversos. Seus defensores mais enérgicos foram estimulados pelo sentimento de que é desejável ser capaz de ler e escrever, de que uma população ignorante é uma desgraça para um país civilizado e de que a democracia é impossível sem educação. Esses motivos foram reforçados por outros. Logo se percebeu que a educação tinha vantagens comerciais, diminuía a criminalidade juvenil, e dava oportunidade de controlar as populações dos bairros pobres. Os que se opunham ao clero viram na educação estatal uma chance de combater a influência da Igreja; esse motivo influiu de maneira decisiva na Inglaterra e na França. Os nacionalistas, sobretudo depois da Guerra Franco-prussiana, consideravam que a educação universal aumentaria o fortalecimento nacional. Todas essas razões, no entanto, foram a princípio subsidiárias. O principal motivo para se adotar a educação universal foi o sentimento de que o analfabetismo era ignóbil.
A instituição, uma vez firmemente estabelecida, foi fundada pelo Estado, para ser utilizada de diversos modos. Torna os jovens mais dóceis, tanto para o bem quanto para o mal. Melhora o comportamento e diminui a criminalidade; facilita uma ação comum com fins públicos; faz com que a comunidade seja mais compreensível quanto às diretrizes centrais. Sem isso, a democracia não pode existir exceto em uma configuração vazia. Mas a democracia, tal como concebida pelos políticos, é uma forma de governo, ou seja, é um método para induzir as pessoas a agirem de acordo com o desejo de seus líderes, com a impressão de que suas ações estão em conformidade com suas aspirações. Do mesmo modo, a educação estatal adquire uma certa influência. Ensina o jovem (até onde possa) a respeitar as instituições existentes, a evitar toda a crítica fundamental aos poderes instituídos e a olhar as nações estrangeiras com suspeita e desprezo. Isso expande a solidariedade nacional à custa do internacionalismo e do desenvolvimento individual. O dano causado ao desenvolvimento individual advém da pressão indevida da autoridade. As emoções coletivas – e não as emoções individuais – são encorajadas, e a discordância em relação às crenças predominantes é reprimida com severidade. A uniformidade é desejada porque é conveniente para o administrador, a despeito do fato de que ela só pode ser mantida pela atrofia mental. Os males resultantes são de tal dimensão que se pode questionar seriamente se a educação universal fez até agora bem ou mal.”

“Como outra ilustração, vejamos o medo. Rivers enumera quatro tipos de reação ao perigo, cada uma delas apropriada em determinadas circunstãncias:
I Medo e Fuga;
II Raiva e Luta;
III Atividade manipuladora;
IV Paralisia;
É óbvio que a terceira reação é a melhor, mas ela requer um tipo aprimorado de habilidade. A segunda é louvada pelos militares, professores, bispos, etc. sob o nome de “coragem”. Qualquer classe governante vida a fomentá-la em seus próprios membros, assim como a disseminar o medo e a fuga na população. Então as mulheres são, até os dias de hoje, cuidadosamente treinadas para serem medrosas. E constata-se ainda no trabalho um complexo de inferioridade, que assume a forma de esnobismo e submissão social.”

Todas as citações acima são do livro Ensaios Céticos.


"Three passions, simple but overwhelmingly strong, have governed my life: the longing for love, the search for knowledge, and unbearable pity for the suffering of mankind. These passions, like great winds, have blown me hither and thither, in a wayward course, over a deep ocean of anguish, reaching the very verge of despair..Children in famine, victims tortured by oppressors, helpless old people..the whole world of loneliness, poverty, and pain make a mockery of what human life should be. I long to alleviate this evil, but I cannot, and I too suffer. This has been my life. I have found it worth living, and would gladly live it again if the chance were offered me."

Bertrand Russell in "The Autobiography of Bertrand Russell" (1967), Prologue: "What I Have Lived For"

Medicina


sexta-feira, 19 de abril de 2013

Orgasmo...




Cérebro Emocional

Essa o Cérebro Emocional Explica... 

A palavra orgasmo vem do grego οργασμός (orgasmos), derivado de οργάω (orgao), que significa "ferver de ardor". 

Caracteriza-se por uma intensa sensação de prazer físico e emocional, situação em que ocorrem, concomitantemente, mudanças fisiológicas, tais como aumento do batimento cardíaco, pressão arterial e dilatação das pupilas. 

O orgasmo feminino pode ser bem mais longo que o masculino, mas por outro lado cerca de 30% das mulheres nunca atingiram o orgasmo, considerado o ápice de uma relação sexual. Mulheres com habilidades sociais e emocionais mais desenvolvidas tendem a sentir maior prazer na relação, com chances mais elevadas de chegarem ao orgasmo.

Na figura acima, podemos observar as mudanças cerebrais e a ativação do circuito da recompensa do Cérebro, durante o orgasmo, vejam que interessante! 

Source: Adapted from "I fucking love neuroscience"


A "Mão" em Marte




A "Mão" em Marte

Mais uma notícia sendo circulada pelo mundo ufológico, e causando pânico nos leigos que ainda acham que existe uma conspiração da NASA em ocultar a verdade sobre a vida extraterrestre. O site OVNI Hoje, divulgou essa informação, referente a "mão" em Marte, creio eu que foi algum administrador do site que estava sem nada melhor pra fazer e decidiu procurar padrões em uma rocha marciana, porque eles nem citaram a fonte de quem alegou, apenas divulgaram a foto da NASA, citando a fonte da NASA. Enfim, meus caros curtidores isso não passa de pareidolia.

Matéria: http://zip.net/bjjSzG
Informação (Em Português): http://migre.me/ebFLr
Foto Original da NASA: http://zip.net/byjS1k

Postado por Douglas Rodrigues.

O Fundamentalismo...




Publiquei uma objeção em um post:

Características neurais são a causa do fundamentalismo, o que causa grandes transtornos comportamentais e sociais - e não o contrário...

O autor da publicação replicou:

Que estudo faz esse link causal entre a genética e o fundamentalismo Carlos Leger Sherman Palmer? O texto acima destaca os aspectos sociais (ou seja, o impacto da família sobre os membros mais novos) como um fator chave para o desenvolvimento do sofrimento psíquico neste futuro adulto. Este texto não é de minha autoria. Eu compartilhei porque concordo com a abordagem. Mas deixa eu ver se eu estou compreendendo a sua reação ao texto? Você discorda, é isso?

Exatamente... E existe quase unanimidade nesta discordância, nos meios científicos; i.e., não somos produto inequívoco do meio - compartilhado e não compartilhado -, e nem majoritariamente... A Teoria da Tábula Rasa esta refutada e é falaciosa... Este é o ponto nevrálgico aqui... Os meios compartilhado e não-compartilhado importam, mas muito menos do que postulava a nossa vã 'sociologia', e importam muito menos do que a nossa 'natureza'...

Todos os estudos importantes em neurociência apontam na mesma direção, ou seja, o elemento obsessivo na compulsão religiosa - entre outras compulsões - decorre em grande medida da 'natureza', de características inatas, e não do meio... Por inato entendo a genética traduzida e fisiologia pela via gestacional e por meio dos imprintings - marcas no cimento fresco de nossa neurofisiologia durante a etapa neonatal... De forma simplificada o 'fervor' é inato, a 'religião' é aprendida... A obsessão é inata, a causa a ser defendida é aprendida... De forma que o 'fundamentalismo' decorre do fervor, e não da bandeira a ser defendida... Entende??? 

Mas precisaremos estudar também o efeito da opressão política e da vulnerabilidade à sugestão... Estive no Irã, 75% da população não quer o regime teocrático, mas estão silenciosamente submetidos... O opressão é outro capítulo...

Mas posso recomendar muita coisa que suporte isso, desde de Judith Harris, que abre as portas de nossa  percepção para o tema, a Pìnker, o grande nome na cena, passando inequivocamente por Matt Ridley, Damásio, Sacks, etc... Ou seja 'em princípio', o enunciado está na contra-mão do conhecimento disponível e aceito...

Carlos Sherman


'DESEJO' A VERDADE...




Um amigo publicou:


"Boa tarde meus amigos,
Segue mais um belo poema de Drummond para usufruir!
Grande abraço!

DESEJOS
Desejo a vocês...
Fruto do mato
Cheiro de jardim
Namoro no portão
Domingo sem chuva
Segunda sem mau humor
Sábado com seu amor
Filme do Carlitos
Chope com amigos
Crônica de Rubem Braga
Viver sem inimigos
Filme antigo na TV
Ter uma pessoa especial
E que ela goste de você
Música de Tom com letra de Chico
Frango caipira em pensão do interior
Ouvir uma palavra amável
Ter uma surpresa agradável
Ver a Banda passar
Noite de lua cheia
Rever uma velha amizade
Ter fé em Deus
Não ter que ouvir a palavra não
Nem nunca, nem jamais e adeus.
Rir como criança
Ouvir canto de passarinho.
Sarar de resfriado
Escrever um poema de Amor
Que nunca será rasgado
Formar um par ideal
Tomar banho de cachoeira
Pegar um bronzeado legal
Aprender um nova canção
Esperar alguém na estação
Queijo com goiabada
Pôr-do-Sol na roça
Uma festa
Um violão
Uma seresta
Recordar um amor antigo
Ter um ombro sempre amigo
Bater palmas de alegria
Uma tarde amena
Calçar um velho chinelo
Sentar numa velha poltrona
Tocar violão para alguém
Ouvir a chuva no telhado
Vinho branco
Bolero de Ravel
E muito carinho meu.
Carlos Drummond de Andrade


Respondi objetando:

"Desejo" ou "Desejos", ou ainda “Síntese da Felicidade” - “Desejo a você/Fruto do mato/Cheiro de jardim/Namoro no portão/Domingo sem chuva (...) Ter fé em Deus (...)”...  – jamais foi escrito por Drummond, e nem possuiu a estilística e o ritmo de Drummond... Drummond não enalteceria ‘ter fé em deus’, já que ele próprio não tinha fé em deuses... 

Se persistirem as dúvidas consultem as duas antologias poéticas de Drummond ["Antologia Poética", 1962 e 1965], assim como a "CDA - Poesia Completa"... Tenho o prazer de possuir tais obras, entre muitas outras do autor, e já investiguei o tema... Este 'poema’ nunca foi escrito por Drummond... Em caso de ‘prova em contrário’, agradeceria muito pela informação, afinal prezo pela ARTE, pelo PENSAMENTO e pela VERDADE – e estou seguro de que vocês me acompanham nestes conceitos... Por isso divulguem a verdade, assim como, ou com mais ênfase do que divulgaram o DESEJOS...

EU 'DESEJO' A VERDADE... ÉTICO LOGO CÉTICO...

O meu desejo, é que vocês desfrutem uma linda vida, e deixo aqui os respectivos beijos e abraços...

Carlos Sherman

quinta-feira, 18 de abril de 2013

Skeptomai



As pessoas confundem ser CÉTICO com ser CÍNICO - já dizia Bill Nye... 

A atitude CÉTICA deriva do grego sketomai, e significar 'olhar de perto', 'olhar os detalhes', 'examinar', 'questionar', 'interrogar', 'duvidar'... Trata-se da nobre atitude de fustigar e 'endereçar' a verdade - nem mais nem menos do que isso...

Ser CÍNICO implica em "afrontar ostensivamente as convenções e conveniências morais e sociais... ser debochado, sarcástico... agir com descaso, impudência, falta de escrúpulos; petulância, atrevimento... hipocrisia, sarcasmo, desfaçatez, fingimento..." (Houaiss)

O CÍNICO dá de ombros, debocha, age com descaso, e acha que tudo dará errado... O CÉTICO apresenta os argumentos, contribuindo pela melhor conclusão, contribuindo com a justiça e com o progresso... 

Ser CÉTICO é estar disposto a tornar-se ciente, pela prova, pelos fatos, pela verdade, em um mundo dominado pelo CINISMO... Ser CÉTICO é ser consequente, responsável e ético, quando ninguém parece se importar, CINICAMENTE...

Carlos Sherman



Lawrence Krauss - Um Universo sem deus é precioso?


Lawrence Krauss - Sobre o Senso Comum do Homem das Cavernas



Einstein




Einstein

Einstein morreu num dia assim, 18 de abril de 1955. Até hoje, muitos falam em nome dele, contam anedotas e inventam situações que nunca aconteceram. Todos querem saber o que o gênio pensava sobre a vida, sobre o mundo, mas poucos consideram (ou aceitam) a documentação.

Recentemente, foi leiloada uma carta manuscrita por Albert Einstein, datada de 1954, um ano antes de sua morte, pelo equivalente a R$ 6 milhões. (É importante lembrar que foi um ano antes de sua morte, antes que alguém alegue imaturidade e caprichos da juventude). Nessa carta, o físico diz que:

(...) a palavra de Deus é [...] nada mais do que expressão e produto da fraqueza humana.” 

E acrescenta que a Bíblia é:

(...) uma coleção de lendas honradas, ainda que primitivas.

Em outra carta, Einstein escreve: 

É claro que era mentira o que você leu sobre minhas convicções religiosas. Não acredito num deus pessoal e nunca neguei isso.” – arquivo de Max Jammer.


Einstein viveu num tempo em que não era fácil se declarar ateu. Principalmente no caso dele, que era uma celebridade, considerando as reações que isso poderia causar – e causou.

Ele ficava de bem com todo mundo ao dizer que acreditava no deus de Espinoza, isto é, deus nenhum. Porque Espinoza (excomungado e processado por heresia) pensava que Deus era a natureza, era o universo, enfim, tudo o que existe. E nisso se inclui Fernando Pessoa, quando escreve que (...) se Deus é as árvores e as flores e os montes e o sol e o luar”, por que então chamar isso de Deus? Por que não chamar de árvores, de flores, de montes, de luar e de sol?

Claro que os que creem em Deus pensam num deus como uma pessoa-deus, como uma entidade-deus, uma identidade distinta, um ser pensante, agente. Pensando como Espinoza, Fernando Pessoa e Einstein, a ideia de um deus pessoal fica definitivamente aniquilada.


Aos 54 anos, Einstein exilou-se nos EUA, por causa da ascensão nazista. Um advogado católico americano, representando uma coalizão religiosa, escreveu: “Lamentamos profundamente que o senhor tenha feito a declaração [...] em que ridiculariza a ideia de um deus pessoal”.

Outros religiosos publicaram, nos jornais da época, algo sobre a América o estar recebendo braços abertos e que ele, sendo um importante cientista, uma figura pública, não tinha o direito de decepcionar a juventude cristã americana, que tanto o admirava. E pediam que se retratasse.

Einstein declarou novamente tudo o que havia declarado (como não?), e esses textos foram publicados nos jornais dos Estados Unidos, o que explica tanta antipatia por ele.

Mais velho, questionado por um jornalista se tinha medo da morte, ele sorriu:

Como posso me incomodar com isso? Depois de minha morte, serei outra vez universo.

Einstein deixou a religião aos 12 anos. E nunca mais voltou.

Perce Polegatto



Hawking


quarta-feira, 17 de abril de 2013

Deus??? Morreu faz tempo...




Um amigo invocou Nietzsche:

"Deus está morto! Deus permanece morto! E quem o matou fomos nós! Como haveremos de nos consolar, nós os algozes dos algozes? O que o mundo possuiu, até agora, de mais sagrado e mais poderoso sucumbiu exangue aos golpes das nossas lâminas. Quem nos limpará desse sangue? Qual a água que nos lavará? Que solenidades de desagravo, que jogos sagrados haveremos de inventar? A grandiosidade deste ato não será demasiada para nós? Não teremos de nos tornar nós próprios deuses, para parecermos apenas dignos dele? Nunca existiu ato mais grandioso, e, quem quer que nasça depois de nós, passará a fazer parte, mercê deste ato, de uma história superior a toda a história até hoje!" (NIETZSCHE, Friedrich. A Gaia Ciência, §125.)

Arrematei:

Apenas explicando que, historicamente, foi Lucrécio o verdadeiro 'autor' do plano, e Meslier foi o 'executor' do atentado... Nietzsche encontrou o cadáver, enterrou a fábula, e levou os créditos...

Carlos Sherman

terça-feira, 16 de abril de 2013

Descartes e a Glândula Pineal...




A Filosofia tem se dedicado com afinco à eterna releitura dos ditos 'clássicos', como por exemplo: Descartes; e que já foram  absorvidos, mas também longamente refutados... E o faz com  rigor eclesiástico, e quase cirúrgico... Mas não empenha esforços em verificar 'pragmaticamente' a validez de alguns dos seus mais importantes postulados, e a pertinência destes postulados com a matéria em questão, como no caso da 'alma', e sua localização na 'Glândula Pineal'... Notem que Descartes trata de versar sobre  anatomia e neurologia, em seu devaneio sobrenatural... Sendo assim, e se tais postulados invadem outras disciplinas, se faz mister confrontar tais 'alegações' com provas e com a realidade... REALIDADE... Não podemos seguir ensinando o 'erro' - ou o s erros - de Descartes, sem orientar sobre a sua plena impertinência... As disciplinas específica já refutaram a existência, e a necessidade de existência, da dita 'alma'... Descartes tentou elevar o conceito de alma à categoria de constantação científica, alimentando séculos de crendices... Isso precisa ser dito e ensinado, para que estudantes de filosofia não cometam os mesmos erros sobre a 'pensabilidade', e entendam toda a sorte de problemas e ilusões às quais está exposta a mente humana... 

Filósofos, a GLANDULA PINEAL controla os ciclos circadianos [sono, sexo, reprodução]... Tudo isso, e só isso... O comportamento humano não precisa de almas para ser explicado, assim como o universo não precisa de deuses...

E tenho dito...

Carlos Sherman

O Universo não requer uma CAUSA - nem um deus...


Você segue os 10 mandamentos??? Vejamos...




Você segue os 10 mandamentos??? Vejamos...


Êxodo 20:1-26

Então falou Deus todas estas palavras, dizendo:



Eu sou o SENHOR teu Deus, que te tirei da terra do Egito, da casa da servidão.
Não terás outros deuses diante de mim. (1) - INTLERÂNCIA RELIGIOSA...


Não farás para ti imagem de escultura, nem alguma semelhança do que há em cima nos céus, nem em baixo na terra, nem nas águas debaixo da terra. (2) - INTOLERÂNCIA RELIGIOSA E 'ARTÍSTICA'...

Não te encurvarás a elas nem as servirás; porque eu, o SENHOR teu Deus, sou Deus zeloso, que visito a iniqüidade dos pais nos filhos, até a terceira e quarta geração daqueles que me odeiam.

E faço misericórdia a milhares dos que me amam e aos que guardam os meus mandamentos.

Não tomarás o nome do SENHOR teu Deus em vão; porque o SENHOR não terá por inocente o que tomar o seu nome em vão. (3) - GLÓRIA AO SENHOR DEUS TODO PODEROSO E TAL E TAL...


Lembra-te do dia do sábado, para o santificar.Seis dias trabalharás, e farás toda a tua obra.

Mas o sétimo dia é o sábado do SENHOR teu Deus; não farás nenhuma obra, nem tu, nem teu filho, nem tua filha, nem o teu servo, nem a tua serva, nem o teu animal, nem o teu estrangeiro, que está dentro das tuas portas. (4) - VOCÊ TEM RESPEITADO O SABAT??? ACHO QUE NÃO... E AS RESTRIÇÕES SÃO MUITAS...Porque em seis dias fez o SENHOR os céus e a terra, o mar e tudo que neles há, e ao sétimo dia descansou; portanto abençoou o SENHOR o dia do sábado, e o santificou.


Honra a teu pai e a tua mãe, para que se prolonguem os teus dias na terra que o SENHOR teu Deus te dá. (5) - OK, MAS ISSO É DEVIDAMENTE ESQUECIDO POR CRISTO EM "Não julgueis que vim trazer paz a Terra; não vim trazer-lhe paz, mas espada; porque vim separar o homem contra seu pai, e a filha contra sua mãe, e a nora contra sua sogra; e os inimigos do homem  serão os seus mesmos domésticos." (Mateus, X: 34-36), "E todo aquele que tiver deixado casas, ou irmãos, ou irmãs, ou pai, ou mãe, ou mulher, ou filhos, ou terras, por amor de meu nome, receberá cem vezes tanto, e herdará a vida eterna." Mateus 19:29... "Se alguém vier a mim, e não aborrecer a seu pai, e mãe, e mulher, e filhos, e irmãos, e irmãs, e ainda também a sua própria vida, não pode ser meu discípulo." Lucas 14:26... E AÍ JESUS, COMO FICA??? HONRAMOS PAI E MÃE OU NÃO???


Não matarás.(6) - PIADA... DEUS MANDAR MATAR E MATAR E MATAR... "E disse-lhes: Assim diz o SENHOR Deus de Israel: Cada um ponha a sua espada sobre a sua coxa; e passai e tornai pelo arraial de porta em porta, e mate cada um a seu irmão, e cada um a seu amigo, e cada um a seu vizinho. E os filhos de Levi fizeram conforme à palavra de Moisés; e caíram do povo aquele dia uns três mil homens. Porquanto Moisés tinha dito: Consagrai hoje as vossas mãos ao SENHOR; porquanto cada um será contra o seu filho e contra o seu irmão; e isto, para que ele vos conceda hoje uma bênção." - Êxodo [32: 27-29]... 

Não adulterarás. (7) - A BÍBLIA ESTÁ SULCADA DE CASOS DE POLIGAMIA... OS HERÓIS E PROFETAS BÍBLICOS, COMO DAVID E SALOMÃO, CONTAM SUAS PROSTITUTAS ÀS CENTENAS... ACHO QUE ESTE MANDAMENTO SÓ VALIA PARA AS MULHERES...

Não furtarás. (8) - DEUS COMANDA O SAQUE DOS POVOS QUE ELE ASSASSINA...

Não dirás falso testemunho contra o teu próximo. (9) - TRATA-SE DE NÃO MENTIR... MAS DEUS APOIA QUEM MENTE, COMO NO CASO DE ABRAÃO, O PATRIARCA, QUE SERVE DE CAFETÃO DA PRÓPRIA MULHER, ENGANANDO O CLIENTE... DEUS PUNE QUEM FOI ENGANADO, E NÃO A QUEM MENTE... 

Não cobiçarás a casa do teu próximo, não cobiçarás a mulher do teu próximo, nem o seu servo, nem a sua serva, nem o seu boi, nem o seu jumento, nem coisa alguma do teu próximo. (10) - COMEÇANDO PELA CASA, E TUDO O QUE VEM COM ELA, MULHER(ES), SERVOS, BOIS, JUMENTOS, E OUTRAS COISAS... NA TRADIÇÃO TRIBAL JUDAICA, UMA MULHER E UM JUMENTO ESTAVAM EXATAMENTE NA MESMA CATEGORIA...


E todo o povo viu os trovões e os relâmpagos, e o sonido da buzina, e o monte fumegando; e o povo, vendo isso retirou-se e pôs-se de longe.
E disseram a Moisés: Fala tu conosco, e ouviremos: e não fale Deus conosco, para que não morramos.
E disse Moisés ao povo: Não temais, Deus veio para vos provar, e para que o seu temor esteja diante de vós, afim de que não pequeis.
E o povo estava em pé de longe. Moisés, porém, se chegou à escuridão, onde Deus estava.
Então disse o SENHOR a Moisés: Assim dirás aos filhos de Israel: Vós tendes visto que, dos céus, eu falei convosco.
Não fareis outros deuses comigo; deuses de prata ou deuses de ouro não fareis para vós.
Um altar de terra me farás, e sobre ele sacrificarás os teus holocaustos, e as tuas ofertas pacíficas, as tuas ovelhas, e as tuas vacas; em todo o lugar, onde eu fizer celebrar a memória do meu nome, virei a ti e te abençoarei.
E se me fizeres um altar de pedras, não o farás de pedras lavradas; se sobre ele levantares o teu buril, profaná-lo-ás.
Também não subirás ao meu altar por degraus, para que a tua nudez não seja descoberta diante deles. 
Êxodo 20:1-26


"Não sabeis como a leitura das escrituras 

estraga a religião católica" - Papa Paulo V

Ruínas...




Um amigo postou:

Já pensou se você, em algum momento da existência, em algum ponto qualquer entre a imensidão e a eternidade, passasse por ruínas antigas e encontrasse... os restos mortais de si mesmo(a)? Você se indagaria: como fui parar ali? Como posso estar ali, morto e também aqui, vivo? Bom, eu não sei... Pergunte ao gato de Schrödinger! rsrs

Respondi:

Na verdade, diante da situação sugerida, i.e., se "(...) passasse por ruínas antigas e encontrasse... os restos mortais de si mesmo(a)", jamais pensaria como sugerido - "Você se indagaria: como fui parar ali? Como posso estar ali, morto e também aqui, vivo?"... Jamais... Trataria de buscar um bom neurologista, que o meu plano médico cobrisse... Não, o caso é sério, trataria de buscar o melhor neurologista vivo... Somente bêbado, ou drogado, pensaria em "como fui parar ali? Como posso estar ali, morto e também aqui, vivo?", rsrsrsrsrs... Nem assim, rsrsrsr... Pensaria 'estou tendo um derrame ou coisa pior??? Síndrome de Charles Bonnet???'... Trataria de aferrar-me à LUCIDEZ, tanto quanto fosse possível, mantendo a integridade intelectual... ATÉ O FIM...

Carlos Sherman

Stephen Hawking - Curiosidade: Deus Criou o Universo ? Discovery Channel Brasil


Infelicianus...


'Putaqueopariu'... 

E esse cara é líder da Comissão de Direitos Humanos...

Carlos Sherman

Segue a sugestão para o nome do novo programa de Suzana Herculano

Segue a sugestão para o nome do novo programa de Suzana Herculano:




Suzana, segue sugestão para este 'tão aguardado' programa:

Etimologia 'CONSCIÊNCIA'

Latim 'cum se scire actionem' = quando se sabe a ação...
Latim 'conscientia' de 'consciens' - p.pres. de 'conscire' = estar ciente (cum = com, partícula de intensidade e scire = sei)... 


DE 'TOMAR CIÊNCIA'... 

DE TORNAR-SE CIENTE...
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